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Vale a pena continuar juntos?4 min read

Alguns sinais mostram o momento de terminar um namoro

Vale a pena continuar juntos?4 min read

Uma coisa é certa: dizer, no momento da cerimônia, que estará ao lado do companheiro na alegria e na tristeza, na saúde e na doença e até que a morte os separe não é, nunca foi e nem será o suficiente para manter um bom relacionamento a dois. A prova é que muitos casamentos nem sequer chegam perto da página do felizes para sempre que ambos idealizaram.

Quando se fala em casamento, se pensa em uma escolha para a vida toda. Por isso, a fase do namoro é tão importante, já que é a ocasião propícia para que ambos se conheçam e estejam certos do que realmente querem. Mas quantas mulheres, em vez de chegarem a uma definição, prolongam um relacionamento nutrindo as dúvidas do que será no futuro?

Se escolher o sonhado vestido de noiva e caminhar ao som da marcha nupcial faz parte de um desejo de muitas, resta a pergunta: o que virá depois? Isso os contos de fadas não mostram.

O que é namoro?

Para o apresentador do programa The Love School, da Record TV, Renato Cardoso, “o namoro é um processo de avaliação. Um momento para as pessoas se avaliarem com o intuito de chegarem a uma escolha, a uma decisão”.

E, por razões óbvias, chegar a essa escolha é algo que deve ser feito o quanto antes. Por mais que se goste da outra pessoa e ache que vale a pena correr o risco, a avaliação – que pode ser feita com base no que se conhece do outro e dos momentos que compartilharam juntos – deve ser realizada com lupa.

Observe o comportamento – como é o caráter e a personalidade do outro. Há indícios de que o príncipe virou sapo? Ele é equilibrado? Emotivo ou ponderado? Uma pessoa fútil, ciumenta, mentirosa?

Questão de gosto – o seu parceiro gosta do que vê em você fisicamente? Se sente bem ao seu lado do jeito que você é ou lhe propõe mudanças? Há química entre vocês?

Relação com a família – o jeito que ele lida com a família é o jeito que provavelmente tratará você. Ele já levantou a mão para a mãe dele? Você o escuta no telefone aos berros com a irmã?

Como a trata – há reciprocidade no relacionamento no dia a dia? Ele a compara com outras mulheres, principalmente com a ex?

Dinheiro no bolso de quem? – ele é esforçado? Econômico ou consumista? Acomodado e imediatista? Depende (ou explora) os pais financeiramente?

O que querem? – se um quer ter uma família do tamanho de um time de futebol e outro não pensa em ter filhos; se um pensa em ter uma casa em um lugarzinho no meio do nada e o outro ambiciona crescer profissionalmente, coloque isso tudo na balança.

Princípios – vocês têm a mesma fé? Há expectativas em comum?

Não deixe de se questionar quanto às questões acima e acrescente mais algumas: como tem sido sua relação consigo mesma? é refém de inseguranças e questionamentos? Realmente está pronta para bancar um relacionamento amoroso?

O medo de ficar sozinha ou de começar tudo novamente faz com que muitas façam vista grossa para uma situação que tem tudo para desmoronar ladeira abaixo. Mas não tenha pena de si mesma. Nem se iluda.

No casamento tudo aumenta: as coisas boas e as ruins também. Se há problemas e posições que não tolera, não espere que o outro mude, porque casamento não faz milagre. Se brigam o tempo todo, se não há comunicação e se o relacionamento não evolui, repense.

Não fantasie que a opinião dele sobre ter filhos ou uma mesa de pebolim no meio da sala vai desaparecer. Nem que seu péssimo caráter, aquele comportamento egoísta ou temperamento explosivo sumam de uma vez por todas. Quer pagar ‘pra’ ver?

O Godllywood visa auxiliar mulheres em toda e qualquer situação, desde que ela deseje realmente ser auxiliada e moldada para uma mulher melhor. Conheça mais sobre o grupo e saiba como participar dos projetos clicando aqui.


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  • Por Flavia Francellino / Foto: Fotolia 


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