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“Usei a fé como ponto de equilíbrio”3 min read

Flavia Carneiro descobriu que tinha um tumor no cérebro e buscou em Deus o seu alicerce para alcançar a cura

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“Usei a fé como ponto de equilíbrio”Em novembro do ano passado, ao sair do trabalho, a vendedora Flavia Carneiro (foto acima), de 24 anos, teve uma convulsão repentina e precisou ser socorrida às pressas. No hospital, ela recebeu os cuidados necessários e após realizar vários exames recebeu a notícia de que tinha um tumor no cérebro.

“Quando soube da doença fiquei assustada. As pessoas nunca esperam ter um tumor, ainda mais na cabeça. Minha família ficou mais assustada do que eu”, conta.

O tumor se expandiu rapidamente e Flavia corria o risco de ter um acidente vascular cerebral (AVC). Os especialistas disseram que a única solução seria fazer uma cirurgia para tentar tirar a maior parte do tumor, pois o caso era bem delicado.

Enfrentar a doença não foi fácil, mas Flavia já frequentava a Universal há cinco anos e tudo o que aprendeu e colocou em prática sobre a fé contribuiu para que ela soubesse lidar com a situação com força e coragem. “Usei a fé como ponto de equilíbrio, porque tudo na vida tem uma razão para acontecer. Enfrentei a doença como se fosse um aprendizado.”

Cerca de um mês depois da primeira convulsão, ela teve outra crise e foi internada novamente. Com a evolução do tumor, os médicos marcaram a cirurgia na expectativa de amenizar o avanço da doença.

“Usei a fé como ponto de equilíbrio”Flavia passou a confiar ainda mais em Deus e a ter certeza da sua cura. Dessa forma, transmitia tranquilidade aos médicos. “Sempre conversei com o meu médico sobre a fé. Ele acredita em Deus, mas, como a doença era grave, ele sempre tentava me deixar ciente de que, em casos assim, é normal a pessoa morrer ou ficar com sequelas. O meu tumor era muito grande e estava em uma parte delicada do cérebro, mas usei a fé. Eu pedia para ele ter equilíbrio psicológico. Eu não estava com medo e isso ajudou o médico a ficar tranquilo”, lembra.

Flavia poderia ficar paraplégica, ter o lado direito do corpo paralisado ou perder a fala. “Eu não aceitava ouvir isso do médico e sempre respondia que eu acreditava que voltaria 100% curada da cirurgia”, diz.

Flavia e sua mãe passaram a frequentar as reuniões de cura e a fazer propósitos para Deus em busca do milagre, pois os especialistas não descartavam a possibilidade de óbito.

Ela passou pelo procedimento cirúrgico e tudo correu bem, mas os médicos não sabiam como ela acordaria. O tumor foi completamente retirado, conforme a jovem determinou, e ela acordou bem, sem nenhum sintoma ou sequela.

A previsão de saída do hospital era de três meses. No entanto, em seis dias ela já recebeu alta.

“O médico no final de tudo me agradeceu pela fé, por todo o equilíbrio que pedi para ele e disse que depois da minha cirurgia aprendeu a lidar de maneira diferente com os pacientes”, relata. Flavia retornou às suas atividades normais e não foi necessário nenhum tratamento. Ela tem uma vida saudável e a fé fortalecida.


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  • Por Michele Francisco / Fotos: Marcelo Alves e Cedidas 


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