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Um ato de amor em meio ao atentado no Reino Unido2 min read

Morador de rua é chamado de herói depois de socorrer vítimas

Um ato de amor em meio ao atentado no Reino Unido2 min read

Na segunda-feira (22), um ataque à bomba no Reino Unido, na cidade de Manchester, deixou 22 mortos e 64 feridos. O atentado ocorreu no encerramento do show da cantora americana Ariana Grande, realizado para cerca de 20 mil pessoas, em uma das saídas do ginásio Arena Manchester. O homem-bomba foi identificado como Salman Abedi e estava entre os mortos.

Mas, apesar do desespero de quem estava no local, uma atitude chamou a atenção de todos. Chris Parker (foto ao lado), um morador de rua, de 33 anos, ajudava várias vítimas do atentado entre adultos e crianças, retirando estilhaços da explosão de seus corpos e confortando as pessoas gravemente feridas até a chegada dos paramédicos.

“Primeiro fui jogado no chão e depois me levantei, e, em vez de fugir, meu instinto me empurrou para correr e tentar ajudar”, contou à agência americana Press Association.

Parker parecia não querer holofotes, nem muito menos recompensas. Mas, como toda ação traz uma consequência, dias depois sua atitude repercutiu na internet.

Ele chegou a receber uma proposta de moradia, além da ajuda em dinheiro no valor de 34 mil libras (cerca de R$ 144 mil), arrecadados em campanhas na internet para ajudá-lo.

Foi chamado de herói, mas preferiu acreditar que sua atitude foi normal, como qualquer um teria. “Pessoas vieram apertar minha mão e me chamar de herói, mas eu não sou. Estou fazendo algo que qualquer pessoa faria, especialmente quando há crianças envolvidas, as pessoas estão feridas e precisam de ajuda. Gosto de pensar que qualquer pessoa faria o mesmo”, comenta Parker.

A chamada lei do retorno

Um ato de amor pode, sim, se tornar um ciclo. Quem o recebe fica grato e de alguma forma retribui o carinho a outro. Mas para que a atitude se torne um ciclo é preciso se colocar no lugar do próximo e enxergar suas necessidades, e não apenas nossos objetivos e interesses pessoais.

Fazer algo pelo semelhante não precisa ser um ato heroico, dá para começar com simples atitudes no dia a dia, como uma pequena gentileza, uma doação a quem precisa ou gestos de bondade sem esperar nada em troca. é o simples ato de pensar no outro.


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  • Por Kelly Lopes / Foto: Reprodução 


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