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“Tudo na minha vida era dor e decepção”3 min read

Cheia de traumas das agressões que sofria em casa, Glacy Maria ainda foi vítima de um abuso que lhe causou mais sofrimento

“Tudo na minha vida era dor e decepção”3 min read

Qual a expectativa de felicidade que uma pessoa pode ter ao crescer com um pai alcoólatra e violento? Foi com essa referência que Glacy Maria, de 36 anos, cresceu.

Quando pequena, ela agarrava nas pernas do pai, para que ele não fosse trabalhar. Ela sabia que, quando ele voltasse, estaria bêbado e agressivo. E ele batia nela, nos irmãos e na mãe dela. Essa rotina violenta se prolongou por toda a adolescência de Glacy e deixou marcas profundas. “Eu criei muito ódio do meu pai. Eu invejava o pai da minha amiga. Com isso, eu me aproximei mais da família dela, achava que o pai dela era o pai perfeito, mas ele se aproveitou da minha inocência e abusou de mim sexualmente”, conta.

Após o abuso, Glacy se fechou e ficou depressiva. Os maus pensamentos começaram a dominar a sua mente e ela passou a alimentar a ideia de que todo homem era ruim.

Aos 15 anos, ainda insegura e cheia de receios, ela começou a namorar um rapaz. Não demorou muito e ela descobriu que ele a traía. Ela não tinha felicidade na vida sentimental, todas as pessoas com as quais se envolvia a decepcionavam de alguma maneira. “Eu declarei ódio aos homens e disse a mim mesma que não me envolveria com nenhum”, lembra.

A jovem passou a acreditar que os homens não prestavam e começou a se relacionar com mulheres. Apesar de odiar bebida alcoólica por causa do vício do pai, ela também se tornou viciada em álcool e pornografia. “Minha mãe sempre vinha falar de Deus para mim, mas eu nunca aceitava. Dizia que eu iria morrer daquela maneira”, recorda.

Na tentativa de ser feliz, Glacy fazia tudo para agradar as pessoas, contudo, se decepcionava cada vez mais. “Eu comecei a entender que tudo o que eu tinha feito para tentar ser feliz tinha sido em vão. Todas as mulheres e homens com os quais me envolvi me causaram dor, sofrimento e desilusão. Eu comecei a planejar como iria me matar. Olhava para o teto da minha casa e procurava um lugar para amarrar uma corda.”

Em meio a todo o desespero, ela admitiu que precisava de ajuda e procurou sua mãe, que frequentava a Universal. Ela foi para a reunião determinada a mudar de vida.

Glacy perseverou na corrente de libertação e começou a ter paz. Abriu mão de toda a pornografia, das bebidas e dos relacionamentos abusivos. Aos poucos, foi ganhando força para vencer suas fraquezas.

Hoje ela ajuda outras pessoas a saírem dos vícios e vive em harmonia com a família. No lugar da dor e da raiva, Glacy tem paz e alegria.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como livrar-se deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação na Universal. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar.


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  • Por Michele Francisco / Foto: Cedida 


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