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“Tive dois cânceres, mas minha fé me sustentou”3 min read

Ao enfrentar muitos desafios por causa de uma doença que se espalhou pelo corpo, Aureni Archanja não desistiu de lutar pela própria vida

“Tive dois cânceres, mas minha fé me sustentou”3 min read

Crer em Deus, frequentar uma instituição religiosa ou ser humanitário são ações que não mudam a vida de ninguém. Algumas pessoas passam seus dias passivamente e não vêm os resultados. Ao contrário, vivem no sofrimento, desiludidas, amarguradas, doentes e reclamando de tudo. O que elas devem fazer é tomar uma atitude e colocar a fé em prática.

O que você faria se tivesse dois tipos de cânceres terminais? Desistiria de lutar ou colocaria a fé em prática?

A comerciante Aureni Archanja (foto ao lado), de 58 anos, teve câncer em duas regiões do corpo, mas não ficou indiferente diante da doença. Ela usou a fé. “Eu senti um nódulo na mama e procurei um médico. O médico confirmou que era um nódulo e me encaminhou para fazer os exames e descobrir se ele era maligno ou benigno. Foi constatado que era um câncer e minha vida desabou. Eu nunca pensei que passaria por isso”, conta

No início, a comerciante ficou abatida, mas esse estado não durou muito tempo. Ela se recordou do que tinha aprendido na Universal e fez tudo o que o médico pediu. Ao diagnosticar que o problema de Aureni era grave, o médico indicou a retirada da mama esquerda. “Eu não aceitei ouvir aquilo. Falei para Deus que Ele havia me criado perfeita e que eu não aceitava perder parte do meu corpo.”

Ao frequentar a corrente de cura, ela fez os propósitos e colocou em prática tudo que aprendeu. Após várias consultas e exames, o médico lhe informou que não seria necessário retirar a mama. Ela foi submetida a uma cirurgia para retirar apenas o tumor, pois já não havia gravidade no seu quadro clínico.

Aureni se recuperou e teve alta do tratamento. Após alguns anos, a comerciante começou a ter dores na coluna. Ela procurou um médico, fez vários exames e foi constatado que ela estava com câncer na coluna e na bacia. O câncer já havia se espalhado (em estado de metástase). “Os médicos me desenganaram, disseram que não tinha cura e que eu teria que fazer tratamento pelo resto da vida. Eu não podia mais pegar peso nem fazer nenhuma atividade em casa, pois qualquer movimento poderia causar fraturas”, relata.

O quadro clínico era grave. Os médicos deram muletas para ela usar e um colete para sustentar a coluna. Aureni começou a tomar fortes medicações e se submeteu a sessões de radioterapia.

“Não era fácil suportar aquilo novamente e com mais intensidade. Como se não bastasse a debilidade física, as pessoas ainda questionavam o Deus em quem eu cria, por eu estar novamente naquela situação. Mas eu não me deixei abater, continuei firme na fé, nos propósitos e obedecendo tudo o que aprendi, pois tinha a certeza de que tudo acabaria bem”, lembra.

A comerciante determinou que não ficaria daquele jeito. Após três meses, os médicos suspenderam o uso das muletas e do colete, sendo que previsão era de fazê-lo após um ano. Ela superou as expectativas.

Cada dia que passava ela se revoltava ainda mais contra aquela situação. Aureni começou a recuperar a força que, muitas vezes, faltava até mesmo para ir à igreja, onde chegava se arrastando.

Hoje, Aureni está curada, não apresenta nenhum sintoma nem ficou com sequelas. Ela trabalha, faz seus serviços em casa e tem disposição para qualquer atividade. Por meio da fé, ela superou o sofrimento e ficou curada.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos.


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  • Por Michele Francisco / Fotos: 


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