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“Se ele sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando.”4 min read

O filho de Cleydiane sofreu traumatismo craniano, apresentava um quadro clínico grave e os médicos temiam o pior.

Se ele sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando

Para todos os pais é comum os filhos andarem de bicicleta e fazer dessa prática uma forma natural de se divertir e exercitar, mas essa atividade deixou de ser comum para a Cleydiane Coelho no dia em que seu filho Lorenzo sofreu um grave acidente, onde se sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando. 

“O meu filho foi atropelado enquanto andava de bicicleta e ficou gravemente ferido. Chegamos ao hospital e ele precisou ser internado de urgência, foram muitas as sequelas geradas no acidente. Ele sofreu traumatismo craniano, hemorragia cerebral, fratura nas duas pernas, braço e clavícula”, disse.

Cleydiane, ficou desesperada ao ver o seu filho naquela situação e se sentiu impotente por não poder fazer nada. Ela viu o seu filho passar por várias cirurgias, mas sem nenhuma melhora expressiva.

“Foram mais de 10 cirurgias para reconstruir as muitas lesões no corpo dele, para piorar o meu filho contraiu uma bactéria na corrente sanguínea. Os problemas aparentemente só aumentavam e minhas esperanças estavam indo embora”, desabafa.

"Se ele sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando"DIAGNÓSTICO

Segundo os médicos as chances dele sobreviver eram mínimas e prepararam Cleydiane para o pior.

“Para os médicos, o Lorenzo só tinha 1% de chance de sobreviver e se ele sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando, era impossível ele voltar a ter uma vida normal”, conta.

Os médicos são pessoas capacitadas e instrumentos de Deus para muitas vezes salvarem vidas, mas existe um limite e é precisamente aí que começa a ação de Deus através do uso da fé. Para Deus não existem impossíveis e Cleydiane entregou o seu filho no altar de Deus e acreditou no milagre.

“Os médicos foram incansáveis, eles fizeram de tudo para tentar salvar a vida do meu filho, mas não havia melhoras. Não havia outro caminho a não ser recorrer a Deus. Decidi buscar ajuda na Universal, não sabia como, nem quando, mas eu tinha a certeza que o milagre iria acontecer.”, disse ela.

Mesmo com o filho internado, Cleydiane fazia as correntes e lutava pela cura de Lorenzo. E todas as vezes que ia visitar o filho passava na igreja para orar.

“Mesmo em meio aquela situação caótica eu jamais perdi a fé. Deus me deu paz em meio a tantos problemas, me deu a certeza que tudo ficaria bem, Ele me pedia apenas para confiar. A cada pensamento ou palavra negativa eu contestava com as promessas de Deus”, conta.

CURA

A palavra de Deus em Marcos 9.23 diz que “tudo é possível ao que crê”, ou seja, não existem impossíveis para os que creem em Deus.

A promessa se cumpriu na vida de Cleydiane com a recuperação do filho.

“O impossível aconteceu! O meu filho acordou e os médicos ficaram perplexos com a evolução dele. A recuperação foi rápida e inexplicável. Hoje o Lorenzo anda, corre, tem a vida de uma criança normal, sem sequelas. A saúde dele foi restaurada completamente pelo poder da fé na palavra de Deus”, finalizou.

Assim como Cleydiane, milhares de pessoas estão em busca da cura pela fé. E é por meio desse poder que elas têm alcançado milagres extraordinários. Para Deus nada é impossível. Portanto, se você está enfrentando uma doença ou alguém da sua família se encontra nessa situação, participe das reuniões aos domingos e receba a oração pela cura com a gota do milagre.

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar?

"Se ele sobrevivesse passaria o resto da vida vegetando"

O traumatismo craniano é uma lesão que atinge somente o crânio, normalmente ocasionada por um forte impacto. Pode causar danos graves ao cérebro, como contusão ou coágulo sanguíneo.

TRATAMENTO

O traumatismo craniano tem cura? Sim, porém pode gerar sequelas graves, como o coma, a epilepsia, paraplegia ou cegueira.

O tratamento deve ser feito pelo neurologista. É geralmente iniciado por exames diagnósticos, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É por meio dos exames que são detectados os possíveis danos provocados ao cérebro ou fraturas no crânio.

Assim, no caso de existirem danos leves, podem ser utilizadas injeções anticoagulantes para evitar a formação de coágulos no cérebro. Medicamentos intravenosos agem contra a inflamação cerebral e possibilitam a alta do paciente em até 48 horas após o internamento. O paciente, no entanto, deve manter a medicação via oral sob a orientação do médico.

Já nos casos de traumatismo craniano grave, em que há a presença de hemorragias internas, fraturas ou lesões cerebrais graves, o método cirúrgico poderá ser acionado. Nessa situação, o internamento pode ser prolongado por vários dias. 
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  • Redação 


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