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Qual é o poder da informação sobre você?10 min read

Entenda como o que você ouve, lê e assiste contribui na sua formação e influencia na conquista de seus sonhos

Qual é o poder da informação sobre você?10 min read

Pode até parecer difícil “pescar” materiais de boa qualidade na mídia atual. E é mesmo. Na programação oferecida pela televisão, no conteúdo de revistas, livros, jornais, rádios, sites, blogs, videogames, portais, redes sociais e palestras separar o joio do trigo pode ser desanimador. Mas quem se propõe a isso não se arrepende e sai na frente com uma vantagem: absorve informações edificantes, que ajudam a construir e a manter sua estrutura psicológica, física, intelectual e também aquela que mantém tudo isso junto de pé e em boa forma: a espiritual.

Várias vezes já fizeram a seguinte comparação: se “você é o que você come” fisicamente falando, o mesmo acontece com o conteúdo midiático que você “põe para dentro” de sua mente e de seu espírito. Assim como se alimentar corretamente provê ao corpo o necessário para que ele produza energia, fortaleça sua resistência a doenças e melhore até sua aparência, isso tudo também acontece com a mente, a alma e o espírito de acordo com o que você absorve de textos, fotos, desenhos, filmes, música e tudo mais que existe no espectro cultural, didático e artístico. Isso para quem consome essas coisas, claro.

Portanto, não espere ser uma pessoa bem informada – e bem formada – se você só consume blogs de fofocas, filminhos vazios, música de péssimo gosto, programas de TV que apelam para a baixaria ou o sensacionalismo, pornografia ou qualquer coisa do tipo.

Há uma diferença entre uma mente pensante que seleciona o que aprecia e uma cabeça passiva que funciona praticamente como uma lata de lixo – o que ocorre quando você aceita qualquer porcaria que joguem nela, sem questionar. Adivinhe qual das duas rapidinho cheira a podridão?

Na Bíblia há um caso bastante famoso que ilustra muito bem que a vigilância constante em relação ao que se consome produz bons resultados. Um israelita chamado Daniel foi preso e levado para a Babilônia com boa parte de seu povo. Sábio como era, foi cativo no palácio do rei babilônico Nabucodonosor – era uma espécie de “escravo de luxo” do monarca.

Daniel podia comer do bom e do melhor da cozinha real, mas recusou-se a essa regalia que poderia corromper seu espírito, reservando-se a comer apenas legumes e similares, enquanto os outros prisioneiros próximos comiam da culinária cheia de gorduras e aparentes iguarias. Eles não entendiam por que o garoto se privava de tanta coisa que parecia boa, sendo que poderia estar como eles desfrutando e “aproveitando a vida”.

Ao mesmo tempo que comia de forma saudável, Daniel nunca deixava de orar assiduamente a Deus, sem deixar que as distrações o atrapalhassem. Blindou-se de interferências físicas, psicológicas e espirituais.

No final do jejum, o jovem profeta mostrava uma aparência tão saudável que todos entenderam que empanturrar-se dos manjares reais e distrair-se com as diversões palacianas não era tão bom quanto imaginavam. Mas Daniel, ao manter o corpo, a mente e o espírito sãos, estava bem melhor que os demais. Em meio ao cativeiro do povo, à distância de sua querida terra natal, ao desespero diário causado por uma situação adversa, aquele rapaz mostrou a todos o quanto seu Deus era superior a qualquer crença e o quanto se beneficiava quem se entregasse realmente a Ele, apesar das dificuldades da vida.

O próprio Nabucodonosor ficou impressionado com aquilo, respeitando e admirando ainda mais um homem que, aos olhos dos babilônicos, não passava de um escravo. Até um rei foi obrigado a reconhecer de onde vinha a verdadeira sabedoria.

Por essas e outras razões, a Universal realiza periodicamente o Jejum de Daniel, baseado no exemplo do profeta, mas puxando para o lado da mente e do espírito: quem adere à campanha durante três semanas só irá consumir conteúdos que o edifiquem e o aproximem de Deus. A pessoa só absorve o que contribui para sua boa formação espiritual. Evitam-se “ladrões de tempo”, como leitura nociva (lembra-se das fofocas citadas?), filmes com mensagens violentas ou sexualmente apelativas, novelas que só incentivam atitudes mundanas, músicas indecentes e qualquer outro produto falsamente cultural que apodreça a mente.

Assim como a pessoa que apelou para uma dieta alimentar saudável “reeduca” seu corpo a aceitar somente o que vale a pena, com o passar do tempo aquilo que não faz bem culturalmente é recusado logo de cara. Seu cérebro, sua alma e seu espírito se acostumam só ao que realmente contribui para seu crescimento nessas áreas e vira um hábito barrar o que não é bom.

O melhor disso tudo é que não é preciso que a seleção seja feita somente durante o Jejum de Daniel. O “bom gosto” cultural e espiritual permanece. Quem se acostumou a algo bom não vai mais aceitar porcaria. A não ser que queira regredir, o que é pouco provável.

“Tudo de que precisávamos”

Qual é o poder da informação sobre você?Felizmente, não são raros os casos de quem selecionou o conteúdo consumido e teve repercussão positiva em sua vida em aspectos concretos e essenciais, como a vida amorosa. é o caso do contador Thyago Castoldi, de 31 anos, e da consultora de estilo Lyza Kewlly, de 20 anos (foto ao lado), ambos de Santa Maria, no Pará. Ele conta a curiosa história a seguir.

“Durante os cinco anos de namoro, houve um período em que ficamos separados por dez meses. Durante a separação, ela começou a assistir ao programa Escola do Amor, na Record TV. Eu não sabia que ela assistia nem que a ‘Terapia do Amor’ existia. Quando reatamos, viemos a São Paulo em uma viagem de negócios. Como eu tinha curiosidade de conhecer o Templo de Salomão, chamei-a para visitá-lo. Ela planejou tudo para que a visita acontecesse numa quinta-feira, justamente no dia da ‘Terapia do Amor’. Na primeira palestra comecei a achar que era daquilo que o nosso relacionamento precisava. Percebi que era a ajuda que faltava para tomarmos o rumo certo.”

Certo mesmo, pois hoje Lyza e Thyago estão casados, numa relação de verdade, fruto de um aprendizado que começou quando um deles assistiu a algo de qualidade na TV e em um momento em que nada parecia fazer sentido. Hoje, ambos selecionam o que merece seu tempo diante da TV, pois sabem do impacto disso na prática.

O fundo do poço

Qual é o poder da informação sobre você?A biomédica Aline Silva (foto ao lado), de 29 anos, de Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, passava por um período muito difícil de sua vida e pensava em desistir de viver quando deparou com uma reunião da Universal na TV, algo que na época ela achava ter sido “por acaso”, como explica. “Em certa época todas as áreas da minha vida estavam na maior desordem e cheguei a um ponto em que não aguentava mais. Antes disso alguém tentou me evangelizar, mas não dei ouvidos. Em julho de 2015, num domingo à tarde, cheguei ao fundo do poço. Estava em casa chorando, me ajoelhei e pedi a Deus uma última porta, pois eu queria ser feliz. Não queria mais sofrer e, se Ele não me abrisse essa última porta, seria melhor que me levasse de uma vez, pois não aguentava mais. Foi aí que liguei a TV e, logo de cara, havia uma mulher contando seu testemunho. Percebi que ela havia aprendido a lutar e eu queria aprender também. Naquele mesmo dia fui à Universal e estou até hoje.”

Aline seguiu rumos que até então não imaginava. Aquele testemunho na televisão a levou a tomar uma atitude que limpou sua visão e redefiniu sua vida, o que não aconteceria se ela tivesse escolhido assistir a um programa de auditório qualquer ou mesmo a um filme raso de significado.

Socorro “multimídia”

Qual é o poder da informação sobre você?A técnica de enfermagem paulistana Angela Marchezzane (foto ao lado), de 20 anos, também se viu vazia em uma época. Afastou-se da Universal, que antes frequentava e na qual era voluntária. “Eu me esfrie e achei que não precisava mais de Deus. Queria curtir a vida, então me afastei por um ano e meio. Eu fiquei vazia, queria preencher isso de alguma forma, então comecei a beber e a ir a festas. Quando voltava para casa, acabava a felicidade. Também tinha muito medo de tudo à noite.”

No caso de Angela, o conteúdo oferecido pela Universal em várias mídias teve muita importância na decisão de voltar e mesmo agora que ela já passou pelo período mais difícil, para que se mantenha “espiritualmente em forma” num reforço contínuo e diário.

“Ao voltar, a programação de rádio da Rede Aleluia me ajudou muito espiritualmente, assim como na internet, ao navegar no blog do Bispo Edir Macedo, e também assistindo ao Obreiros em Foco – que também é oferecido pela TV aberta. As experiências contadas nos testemunhos dos resgatados (aqueles que se afastaram e retornaram) me deram forças para voltar. Cada programação da Universal nos leva para perto de Deus, desenvolvendo a nossa vida espiritual.”

Conteúdo prático e acessível

Um dos programas de grande repercussão na mídia é o Fala que Eu te Escuto, na Record TV. O apresentador Márcio Carotti explica que o principal motivo desse sucesso é o investimento na qualidade da programação. A escolha dos temas também influencia, uma vez que “o objetivo é discutir assuntos polêmicos da atualidade, sempre trazendo um ponto de vista espiritual para ajudar os aflitos – e pensando neles se explica o motivo de ser apresentado na madrugada”, esclarece.

Carotti afirma que, apesar dos resultados positivos da audiência, o mais importante é que os telespectadores sejam tocados e reflitam sobre suas vidas. Por isso também há reflexão e oração. “Ajudamos os desacreditados, oprimidos, aqueles que sofrem de insônia e outros males espirituais, ministrando a libertação. Em seguida, a pessoa recebe uma palavra de fé
para vencer.”

Qual é o poder da informação sobre você?Recentemente, quatro amigas se uniram para auxiliar mulheres em seus dilemas. Fátima Bassini, Ana Claudia Formigoni, Danielle Carotti e Viviane Cajeu (foto ao lado) apresentam o programa Entre Nós, disponível na internet no canal do Godllywood do YouTube. O intuito é “esclarecer dúvidas das mulheres e ajudá-las a lidar com sentimentos, pensamentos ou situações que surgem no dia a dia”, como explica Ana. “Almejamos que cada uma tenha os olhos abertos, seu fardo aliviado e sua fé avivada. Acontecendo isso, vale a pena estarmos ali semanalmente”, diz.

Segundo Ana, toda mulher que conferir um episódio será beneficiada. “Não estamos ali para levantar uma bandeira religiosa. Por isso todas são bem-vindas, independentemente da religião”. Quem quiser assistir, é só anotar: às segundas-feiras os temas são voltados para a vida espiritual; às quartas, as apresentadoras respondem às perguntas enviadas pelas internautas. E a sexta é o dia de falar sobre saúde feminina, com a participação de um profissional da área.

Onde encontrar

Nessa “desintoxicação midiática”, procurar programação de qualidade pode ser um exercício muito importante para desenvolver seu senso crítico e obter benefícios reais com o que é apreciado. Para facilitar, damos aqui dicas do que é oferecido para todo tipo de público nos vários veículos em que a Universal tem programação. Para ter uma ideia do quanto o conteúdo é acessível, os sites da Universal juntos tiveram mais de 127 milhões de acessos em 2016. Importante: você não precisa necessariamente ser membro para ler, ouvir e assistir. Tudo isso está à sua disposição.


Universal.org - Portal Oficial da Igreja Universal do Reino de Deus
  • Por Débora Vieira e Marcelo Rangel / Fotos: Fotolia, Arquivo Pessoal, Demetrio Koch e Marcelo Alves 


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