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As incansáveis Pratas da Casa5 min read

Elas integram o trabalho da instituição desde os anos iniciais e são personagens importantes nesta trajetória

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Avista pode estar cansada e as pernas podem doer. O ânimo e a disposição, entretanto, não mudam. Permanecem fortes e firmes nas Pratas da Casa da Universal.

A Igreja celebra 40 anos neste mês e essa conquista se deve ao esforço de muitas pessoas que estiveram presentes desde o começo. Apesar dos desafios enfrentados, elas continuam em campo, como voluntários, trabalhando sempre da melhor maneira possível.

A força da televisão

A obreira Heide Silva de Santana (foto acima), de 77 anos, ilustra bem essa trajetória. Ela mora no município de Lauro de Freitas (a 21 quilômetros de Salvador, capital da Bahia) e assistia ao programa da TV Universal quando o seu espírito foi despertado. O ano: 1978.

Nesse período, o trabalho da Universal ainda não tinha começado naquele Estado. Heide esperou ansiosa pela abertura da primeira igreja na cidade, onde esteve presente desde o dia da inauguração.

“Em três meses, fui curada de dores na coluna, que me atormentaram por 15 anos. Seis meses depois, em dezembro de 1980, fui batizada na Lagoa de Pituaçu, em Salvador, pelo pastor Honorilton Gonçalves, que hoje é bispo.”

Dois anos após o batismo, ela foi levantada a obreira. Ao todo, já são 37 anos realizando o trabalho voluntário. Para ela, essa é a função mais importância da sua vida.

Fugas, lutas e vitória

As incansáveis Pratas da CasaOutro exemplo de dedicação é Bernardina Machado da Silva (foto ao lado), 72 anos, maranhense de nascimento, mas radicada no Espírito Santo, em Linhares, norte do Estado.

A primeira metade da vida dela foi bastante turbulenta. Bernardina se envolveu com um homem sem se casar e teve três filhos. Mãe solteira, mantinha vícios e vivia em festas.

Ao fugir de tudo isso rumo ao Rio de Janeiro, ela conheceu a Universal em terras fluminenses. Foi batizada nas águas aos 36 anos. Desde então, tudo começou a mudar.

Dois anos depois, ela foi levantada a obreira e pôde orientar muitos dos que chegaram à Universal confusos como ela. O que ela conquistou com tanta dedicação? “Hoje tenho quatro filhos e toda minha família unida. Tenho saúde, paz, felicidade e, principalmente, o Espírito Santo”, conta.

Caso era perdido

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Lucimar Farias (foto ao lado), de Criciúma, Santa Catarina, tem 66 anos de idade. Ao todo, são 35 de Universal e 34 como obreira.

Ela chegou à igreja com um tumor cerebral, depressão crônica e outras doenças e já tinha tentado se suicidar três vezes. Lucimar procurou ajuda em casas de encosto, mas só conseguiu mais problemas. Chegou a sentir que “não vivia, só vegetava”.

Na Universal, ela descobriu algo que estava escondido de seus olhos pelo sofrimento e pelos maus espíritos. “Conheci o verdadeiro Deus Vivo, comecei a lutar, determinei minha cura”, conta.

Foi só o começo de muitas bênçãos. Com muita fé e perseverança, Lucimar está na ativa como obreira e tem “uma família abençoada na Presença de Deus”.

Casal unido na obra

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“Agradeço ao Espírito Santo por ter usado o Bispo Edir Macedo para abrir uma Universal aqui em Criciúma”, diz. Casal unido na obra Jorge Guissoni, de 81 anos, e sua esposa, Noemi Maria (foto ao lado), de 63 anos, moram em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul.

Noemi conheceu a Universal em uma reunião realizada no Maracanã (RJ), em 1987. Dois anos depois, quando uma de suas irmãs foi diagnosticada como louca, ela decidiu recorrer aos obreiros da igreja.

Um mês depois, a irmã ficou curada. Certa do poder de Deus, Noemi decidiu se batizar nas águas e toda a sua vida se transformou.

Ela já vivia maritalmente com Jorge havia 17 anos e casou-se oficialmente três meses após o batismo.

Antes de fazer parte da Universal, Jorge tinha perdido o emprego e se rendido aos vícios. Havia tentado, inclusive, enforcar a esposa.

Após o batismo, ele mudou de vida e decidiu levar a Palavra da Salvação para outras pessoas, pois era o testemunho vivo da mudança. Noemi entrega: “Ele começou meio tímido, mas foi se soltando e foi levantado a obreiro em 1990 pelo bispo Renato Maduro”. O casal permanece unido e é um verdadeiro exemplo de fé.

Amor e fidelidade

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Maria Martins de Jesus Silva (foto ao lado ), de 69 anos, está na Universal há 31 anos. Ela é obreira em São Luís, no Maranhão, há cerca de 30 anos.

Como muitos, ela chegou à igreja repleta de problemas físicos, financeiros, psicológicos e espirituais. Para completar, ainda passou por uma grande provação: foi diagnosticada com hepatite C, a mais perigosa versão da doença do fígado.

Em vez de se entregar à doença, ela se fortaleceu ainda mais e não deixou seu posto de obreira em nenhum momento. “Mantive firme a minha fé e o meu trabalho. Permaneci confiante, segura nas mãos poderosas do meu Deus. Ele nunca me abandonou. Hoje, comprovadamente por exames, estou curada pela fé sobrenatural no Todo-Poderoso. Sirvo ao meu Senhor com amor e fidelidade, ganhando almas para Seu Reino”, completa.

Lutas em plena Obra

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Maria de Lourdes Braga Melo (foto ao lado ) tem 66 anos e é obreira há 28 anos. Natural do Recife, Pernambuco, ela estava sem trabalho e deprimida quando conheceu a Universal. Maria tinha síndrome do pânico e o marido, além de alcoólatra, era também infiel. Dois anos depois de chegar à igreja, ela foi levantada a obreira.

Ela enfrentou muitos desafios. um deles foi uma acusação injusta de roubo, da qual foi inocentada (o próprio acusador foi o autor do crime).

Outros problemas apareceram, mas ela não se entregou. “Deus sempre me amparou usando pessoas da Universal para me ajudar. Obreiro ajudando obreiro. Permaneço na mesma fé do início, nada me abala mais. Continuarei ajudando aqueles que sofrem”, afirma.

Em comum, todas essas verdadeiras Pratas da Casa têm a gratidão pela ação Divina em suas vidas, a ponto de dedicarem grande parte de suas vidas para a manutenção do trabalho de Deus na Universal. Elas lutam dia após dia para que essa história de sucesso perdure por muitos outros anos.


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  • Por Marcelo Rangel / Fotos: Cedidas 


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