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Perseguição cristã pelo mundo: pessoas ainda sofrem em 20172 min read

O quadro não melhorou com o tempo

Perseguição cristã pelo mundo: pessoas ainda sofrem em 20172 min read

No dia 23 de junho último, o grupo Maute, que se autodenomina um “braço” do Estado Islâmico, invadiu a cidade de Marawi, nas Filipinas, e espalhou o caos. Os militantes entraram em hospitais, igrejas, escolas e até em um presídio. Além disso, hastearam bandeiras do Estado Islâmico em alguns pontos da cidade.

O exército filipino entrou em combate com os militantes e quase toda a população (cerca de 200 mil pessoas) fugiu da cidade. Entretanto, estima-se que aproximadamente 500 moradores ainda estão no local, segundo militares. Muitas famílias se esconderam em suas casas. E o principal alvo dos extremistas são os cristãos.

Perseguição contra os cristãos

No início do ano, o Universal.org noticiou sobre o relatório “World Watch List”, que mapeia a perseguição contra os cristãos em todo o Planeta. E os números mostram um quadro crescente da perseguição contra cristãos pelo mundo.

O evento registrado nas Filipinas, que afetou principalmente os cristãos da cidade de Marawi, não foi isolado. Todos os meses é possível encontrar, na mídia internacional, notícias sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas que assumem a sua fé.

Como divulgou a divulgou a International Christian Concern, uma organização que apoia cristão perseguidos, cristãos da aldeia indiana Junwani, localizada no estado de Chhattisgarh, tiveram que pagar uma multa para as autoridades locais por frequentarem a igreja no domingo de páscoa último. Algumas famílias, nesse dia, também foram forçadas a se “reconverterem” ao hinduísmo.

Já o The Christian Post noticiou sobre um pastor, chamado Zafar Bhatti, que foi condenado à prisão perpétua por meio da “lei de blasfêmia”, no Paquistão, na cidade de Rawalpindi, em maio último.

A esposa dele disse, em entrevista ao British Pakistani Christian Association, que desde então ocorreram inúmeras tentativas de homicídio contra o pastor e que ele é intimidado todos os dias por outros detentos e funcionários da prisão.

Confira, no vídeo abaixo, um vídeo divulgado pelo Centro de Ajuda de Portugal:

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