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Perfeita ou excelente?3 min read

A mania de perfeição pode ser negativa para a mulher. Mas a excelência é saudável para seu desenvolvimento. Entenda a diferença entre elas

Perfeita ou excelente?3 min read

Você exige muito de si mesma por medo de errar? E, ao cometer uma falha, reage se autocondenando? Lidar com os próprios erros não é fácil, porém uma coisa é se esforçar para ser excelente e outra bem distinta é viver em função da perfeição. Esse comportamento não é saudável, pois pode atrapalhar a produtividade e a autoestima da mulher.

Segundo uma pesquisa publicada no Canadian Journal of Behavioural Science, o perfeccionismo impede as pessoas de progredirem. No estudo, cerca de 10 mil professores tiveram seus hábitos profissionais analisados. E os perfeccionistas possuíam traços em comum, como estabelecer um ideal de perfeição e para atingi-lo se preocupar mais com detalhes, dedicar muito tempo a uma única tarefa, verificar repetidas vezes a tarefa concluída e reagir de maneira exagerada aos próprios erros.

De acordo com os pesquisadores, gastar um tempo maior que o necessário nas tarefas pode gerar atrasos, descumprimento de prazos e até frustração. A possibilidade de cometer erros inibe as ações e limita o desenvolvimento da pessoa. Muitas acabam fugindo de novos desafios por se sentirem incapazes de realizá-los.

Miss Perfeição

Atingir o padrão de beleza valorizado na mídia, ser uma mãe perfeita para os filhos ou querer agradar a todos por medo de ser rejeitada são alguns anseios da mulher que sofre com a mania de perfeição. Ela se cobra demais e isso abre espaço para a insegurança e a insatisfação, pois essa forma de lidar com erros e acertos destrói a autoestima e a autoconfiança. Ela passa a comparar seu desempenho com o de outras mulheres e perde sua individualidade. Outra consequência é se tornar perfeccionista com as demais pessoas.

é importante entender que cada um tem um jeito e, por isso, os desentendimentos e as diferenças acontecem. Essa consciência nos torna menos exigentes e nos liberta da necessidade de querer ser perfeita perante os outros. “Não que devamos ser benevolentes com nossos erros, mas devemos entender que ao longo do caminho vamos cometer falhas pelo simples fato de não sermos perfeitas. Às vezes, fazemos um comentário fora de lugar, tomamos uma atitude de que depois nos arrependemos, dizemos uma palavra fora de tom. São tantas coisinhas em que podemos errar, mas o importante é vigiar para não repetir os mesmos erros e melhorar”, comenta a escritora Tânia Rubim em seu blog. Somos falhos. Contudo, a vontade de melhorar e fazer algo bem-feito não deve ser excluída.

O que é ser excelente?

Muitos acreditam que a excelência e o perfeccionismo sejam a mesma coisa. Na verdade, eles estão em lados opostos. A excelência é saudável e não causa dano. Ela está ligada ao esforço do indivíduo de se aperfeiçoar e não a uma obsessão em ser perfeito. Ser excelente é melhorar atitudes diárias e ter segurança ao lidar com os erros, transformando-os em lições.

Para alcançar essa virtude, o principal é a mulher buscar orientação na verdadeira fonte, que é a Palavra de Deus, e se esforçar para mudar naquilo que sabe que a atrapalha. “Desejar melhorar a cada dia, sem ter essa presunção de pensar que algum dia chegaremos a ser perfeitas, algo que só será possível quando nos reunirmos com nosso Deus”, diz.

Desde janeiro, o Godllywood Autoajuda tem abordado as características de uma mulher excelente nas palestras mensais. Se você deseja se tornar melhor como esposa, mãe, filha, amiga e profissional, participe das reuniões que acontecem todo segundo sábado do mês, às 18 horas, no Templo de Salomão, em São Paulo. Ou assista aos encontros ao vivo pelo univervideo.com.


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  • Por Débora Vieira / Foto: Fotolia 


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