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“Passei por mais de 50 sessões de exorcismo”3 min read

Maria Teresa Araújo teve um relacionamento abusivo e passou a sofrer de depressão

“Passei por mais de  50 sessões de exorcismo”3 min read

O que fazer quando a sua vida não faz mais sentido? A jovem Maria Teresa Araújo (foto ao lado), de 21 anos, cresceu com a dor da rejeição do pai, que se divorciou da mãe quando ela era mais nova. Desde então, o relacionamento entre pai e filha se tornou bastante conturbado. Aos 17 anos, ela resolveu mudar seu jeito de agir e de pensar e passou a viver dias sombrios.

Maria fez novos amigos e passou a namorar um traficante. “Eu era muito maltratada por ele. Apanhava e era humilhada. Sempre que eu tentava me separar dele, ele ameaçava matar a mim e a minha família”, conta. Ela entrou em depressão e o medo passou a tomar conta dela.

O relacionamento abusivo começou a deixá-la atormentada e ela passou até a ter dificuldades de sair de casa. Na faculdade, por várias vezes, ela surtava, perdia o controle de suas ações e ficava fora de si por alguns instantes. “As pessoas começaram a me chamar de louca. Passei a ter vergonha de sair de casa.”

A jovem foi encaminhada ao psiquiatra, que indicou a um tratamento intenso à base de choques. Foram três sessões, cada uma delas com alto custo financeiro. A mãe pagou o tratamento na esperança de ver a filha bem, mas as sessões não trouxeram a solução. A dor e o vazio dentro dela só aumentavam. E, para completar, ela ainda mantinha o relacionamento amoroso.

Maria tentou se matar sete vezes, mas não conseguiu. Ela buscou um tratamento indicado pela amiga da mãe e passou por 50 sessões de exorcismo. “Eu não me lembro do que acontecia nas sessões porque ficava inconsciente. Só me recordo de ser amarrada e de ficar lá de três a quatro horas.”

A jovem estava a cada dia pior. “O médico dizia que eu era um perigo em casa. Ninguém podia me deixar sozinha, tinha que ter sempre alguém me vigiando.”

Maria e a mãe mudaram de cidade para tentar resolver a situação. A jovem foi internada durante uma semana em um hospital psiquiátrico e chegou a ser amarrada com uma camisa de força.

A solução

Certo dia em casa, assistindo à programação da Universal na TV, ela percebeu que podia encontrar ajuda. Procurou uma Universal e iniciou a corrente de libertação. Pela primeira vez ela teve paz e isso a motivou a permanecer e a obedecer a tudo que era ensinado.

Ela retornou para a sua cidade, desfez as más amizades e terminou o relacionamento. “A minha libertação aconteceu com a minha entrega. Conforme eu me dava para Deus, Ele ia mudando o meu interior”, conclui. Hoje ela está casada com uma pessoa que a valoriza, não tem mais mágoa do seu pai e tem paz.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como livrar-se deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação na Universal. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar.


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  • Por Michele Francisco / Foto: Cedida 


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