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O que você faz para vencer o preconceito?2 min read

Mãe dá lição de amor-próprio à filha e lhe ensina a superar o racismo

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Toda vez que vemos alguma notícia que trata de racismo, temos a impressão de que essa prática não vai acabar, mesmo que o esforço de elaborar leis e as discussões sobre o assunto sejam recorrentes no sentido de terminar com a perpetuação desse tipo de ação.

Um caso recente, ocorrido nos Estados Unidos, mostrou como uma mãe ensinou a filha a lidar com o racismo. Charleigh, de 8 anos, filha da escritora Alexandra Elle, chegou em casa chorando, pois havia sido alvo de comentários maldosos no ônibus escolar. A escritora ficou de coração partido naquela hora, mas criou um jeito de mostrar à filha o quanto ela é maravilhosa.

No espelho do quarto de Charleigh, Alexandra colou diversos bilhetinhos com frases como “Eu sou linda e sou negra”, “Eu sou inteligente”, “Eu sou confiante”, “Eu sou inquebrável” e “Eu tenho orgulho de ser negra”.

A mãe filmou a reação da menina ao ler as frases e ainda lhe disse: “Essas mensagens vão estar aqui no seu espelho todos os dias e eu quero que você olhe para elas quando estiver tendo um dia ruim e quando for caçoada na escola. Eu te amo, minha querida”.

Alexandra resolveu postar o vídeo no Twitter para mostrar o quanto pequenas ações fazem a diferença. “Como mãe, eu sei que ‘crianças serão crianças’ e que, muitas vezes, brincadeiras podem se transformar em provocação e sair do controle.

Mas eu não gostei nem um pouco de saber que ela virou motivo de chacota por ser negra”, contou a norte-americana ao jornal Daily Mail.

As leis contra o racismo avançaram tanto na conscientização quanto na penalização para quem pratica esse ato. No entanto, por mais que todos estejam mais conscientes sobre seus direitos, isso não invalida o fato de que a prática do preconceito, até na forma de bullying, ainda existe.

Atitudes como a de Alexandra em relação à filha são muito importantes como forma de elevar a autoestima e também de afirmar-se como pessoa negra. Muitos se entregam à dor e ao sofrimento do preconceito e acabam envolvidos sem perceber que a ação mais correta é enfrentar o racismo, entendendo que a cor da pele não diminui suas capacidades em comparação a qualquer outra raça e em qualquer área da sua vida.


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  • Por Eduardo Prestes / Foto: Reprodução 


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