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“O que passei no hospital somente eu e Deus sabemos”5 min read

Ana Paula teve derrame pleural e pneumonia bacteriana. Foi quando ela e seus familiares colocaram a fé em prática

“O que passei no hospital somente eu e Deus sabemos”5 min read

“O que passei no hospital somente eu e Deus sabemos”A contadora Ana Paula Aguiar da Silva Souza (foto acima), de 27 anos, frequenta a Universal desde os 6 anos. Foi na infância que aprendeu como deveria usar a fé nas mais diferentes situações de sua vida. Em 2016, já na fase adulta, ela precisou colocar em prática tudo o que tinha aprendido em favor de sua saúde.

Em uma noite no início do mês de setembro daquele ano, Ana Paula, recém-casada, acordou de madrugada sentindo fortes dores no ombro. Para não acordar o marido ela apenas se levantou e massageou o local. Mesmo com dor voltou a dormir.

No dia seguinte, ao fazer uma visita à mãe, ela voltou a sentir uma forte dor, dessa vez em outra parte do corpo. “Quando cheguei na casa dela, meu peito começou a doer. Minha mãe até pensou que eu estava infartando e ficou preocupada. Passei a tarde toda com dor e teimando com ela que não precisava ir ao médico. Foi quando minha irmã chegou e me convenceu a ir. Ela mesma me levou para uma Unidade de Pronto Atendimento.”

O diagnóstico médico

“O que passei no hospital somente eu e Deus sabemos”Assim que chegou no hospital, Ana Paula teve uma nova crise de dor e precisou fazer alguns exames para detectar o que estava causando o incômodo. “Os médicos pediram um raio X. Foi constatada uma mancha no pulmão esquerdo e o direto, para minha surpresa, já estava todo comprometido.”

Ana Paula foi diagnosticada com pneumonia bacteriana e derrame pleural e teve que ser transferida para um hospital. “No local, já internada, eles tiraram 900 ml de pus do meu pulmão. Depois disso fui direto para o Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI), onde fiquei por mais três dias. O dreno tinha sido colocado de forma errada e tive que passar novamente pelo procedimento”, lembra.

Com cinco dias no hospital, Ana Paula só piorava. Além das dores no peito, ela passou a sentir falta de ar. “Trocaram três vezes a minha máscara de respiração até que tive que ser entubada para colocar uma maior. Na hora de colocar a máscara, desmaiei.”

O estado da jovem se agravava a cada dia, até que, mais uma vez, houve problema na máscara de ar e Ana Paula entrou em coma. “Quando acordei, estranhei tudo, perguntava o que estava acontecendo comigo e onde estava. Pela primeira vez a sensação que eu tinha não era de fé e sim de morte e eu me desesperei”, revela.

A fé colocada novamente em prática

Em meio ao desespero, Ana Paula, mesmo sem respirar direito, fez uma oração a Deus e pediu que Ele lhe respondesse. “Eu falei que iria respirar fundo, até o último suspiro, e, se Ele quisesse me levar, que eu estava ali, à disposição dEle, que não era o que eu queria, mas que minha vida estava nas mãos dEle. Eu não sei o que aconteceu naquela madrugada, mas, de repente, quando acordei pela manhã, tinha uma certeza muito grande de que Deus me daria a vitória, a cura daquele problema.”

“O que passei no hospital somente eu e Deus sabemos”Enquanto isso, a família de Ana Paula também buscava em Deus a resposta para aquela situação. “Minha mãe e meu marido começaram a fazer propósitos diante do Altar, na Universal, e traziam a gota do milagre para me ungir. Minha sogra deixou tudo no Rio de Janeiro para vir ajudar e também orou muito pela minha recuperação.”

A saúde restaurada

Com o passar do tempo, o quadro clínico de Ana Paula começou a progredir. Ela não precisou mais ficar entubada e respirava sem ajuda de aparelhos. Depois de um mês de internação, ela recebeu alta.

Hoje, Ana está totalmente curada e não faz uso de nenhuma medicação. “Os meus pulmões estão limpos. O que minha família fez por mim foi essencial. E o que passei somente eu e Deus sabemos.”

A doença e seus sintomas

Segundo a pneumologista Maria Clara da Cosa e Silva Pinto, pneumonia é um processo inflamatório da estrutura pulmonar. A do tipo bacteriana é causada com mais frequência pelo Streptococcus pneumoniae (pneumococo).

Os sintomas mais comuns são: tosse, dor torácica ventilatória dependente, ou seja, relacionada com a tosse, expectoração e falta de ar.

Derrame pleural – A pleura é formada por duas membranas: a visceral, que recobre o pulmão, e a parietal, que recobre a parte interna da parede torácica. O derrame pleural ocorre quando há acúmulo de líquido entre essas duas membranas. Pode ocorrer por várias causas, como pneumonia, tuberculose, neoplasias, lúpus, embolia pulmonar; por questões cardiológicas, como insuficiência cardíaca, pós-infarto do miocárdio; e até por hipotireoidismo, pancreatite e doenças renais.

Os sintomas mais frequentes são: dor torácica, tosse seca e falta de ar.

Tanto a pneumonia como o derrame pleural têm boa evolução, porém pacientes idosos, diabéticos, cardiopatas, portadores de lúpus, artrite reumatoide ou portadores de neoplasias, com a imunidade mais comprometida, podem evoluir a óbito, a despeito de um tratamento adequado.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para
tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As
correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço
da Universal mais próxima em
universal.org/enderecos .


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  • Por Maiara Máximo / Fotos: Cedidas 


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