Notícias | - 12:05 am


O poder do clamor de uma mãe4 min read

Os médicos desenganaram a pequena Mayra com alguns dias de vida, mas a fé de Monica superou todos os problemas

O poder do clamor de  uma mãe4 min read

Monica Varela sempre nutriu o desejo de ser mãe. Depois de um ano de tentativas, ela conseguiu engravidar. A gestação transcorreu normalmente e o pré-natal foi bem tranquilo.

A pequena Mayra Sophia nasceu e a mãe de primeira viagem não percebeu nenhum problema. Mas o bebê estava com uma coloração cinza e não se comportava como um bebê saudável. Os médicos notaram que havia algo errado e submeteram o bebê a vários exames. Foi constatado que a criança estava com um problema denominado Truncus arteriosus, uma doença que acomete apenas bebês e que provoca má-formação no coração e no pulmão.

A bebê foi levada para a unidade de terapia intensiva (UTI) e passou a depender de aparelhos para sobreviver. Os médicos verificaram que o caso era grave e acreditaram que Mayra só viveria mais uma semana. A mãe não aceitou aquela notícia. Monica já frequentava a Universal e sabia do poder de Deus e da força da fé.

“Eu não aceitei perder a minha filha para aquela situação. Assim que tive alta do hospital, comecei a fazer a corrente de cura por ela. Em nenhum momento questionei a Deus nem fiquei chorando pelos cantos. Simplesmente usei a fé é acreditei”, conta Monica.

Enquanto a mãe mantinha a certeza de que Deus curaria sua filha, os médicos tentavam salvar a vida da pequena de todas as formas. Para conseguir fazer a criança resistir até o dia da cirurgia, os especialistas deram muitos medicamentos fortes a ela.

O poder do clamor de  uma mãeA cirurgia durou cerca de oito horas, mas os médicos não tiveram muito sucesso e a bebê teve que ficar com o tórax aberto por três dias. Nesse período, uma bactéria se instalou no corpo dela. Mayra começou a ter complicações e seu coração, pulmão e rins pararam. Os médicos não tinham mais o que fazer.“Não dei ouvidos ao que os médicos falavam, mas acreditei que Deus faria o milagre na vida da minha filha. Não deixei a dúvida entrar”, diz. Após três dias quase sem vida, Mayra começou a reagir.

Aos poucos, a saúde foi melhorando e os médicos foram reduzindo a quantidade de medicações. Mayra foi ganhando cada dia mais força. Não demorou para que ela começasse a respirar sem a ajuda de aparelhos.
“Os médicos se surpreendiam a cada dia que viam a evolução da minha filha. Eles não sabiam explicar o que estava acontecendo”, lembra Monica.

Mayra foi a única bebê que sobreviveu de todos os que estavam na mesma ala do hospital que ela. A bebê retomou os movimentos do corpo e depois de 19 dias recebeu alta.

O poder do clamor de  uma mãeA mãe lembra que, ao sair com ela do hospital, alguns especialistas que cuidaram da pequena se emocionaram. Eles reconheceram que viram um milagre acontecer. “Eu disse que era o poder da fé, o clamor sincero de uma mãe para Deus, que tem poder. Hoje, Mayra é uma criança muito saudável, não ficou com nenhuma sequela e leva uma vida normal”, celebra Monica.

O truncus arteriosus é uma alteração na estrutura do coração que ocorre antes mesmo do nascimento. A disfunção cardíaca é uma má-formação relativamente rara, a anomalia representa cerca de 2% de todas as doenças no coração. Cerca de 50% dos bebês que têm esse problema morrem no primeiro mês. Aproximadamente 80% não chegam ao primeiro ano de vida. Por causa da entrada de sangue pouco oxigenado na circulação que vai para o corpo, a criança fica com insuficiência cardíaca.

Dos 20% sobreviventes, cerca de um terço dos pacientes desenvolve doença vascular pulmonar obstrutiva de grau tão importante que os torna inoperáveis aos 4 ou 5 anos de idade. Alguns sintomas são falta de ar, tontura ou desmaios e pele com coloração azulada.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima aqui.


Universal.org - Portal Oficial da Igreja Universal do Reino de Deus
  • Por Michele Francisco / Fotos: Marcelo Alves e Arquivo Pessoal 


reportar erro