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“O médico falou para o meu filho que eu não teria chance.”4 min read

Dirce Silva Simão foi desenganada pela medicina, mas a fé de seu filho mudou seu quadro de saúde.

“O médico falou para o meu filho que eu não teria chance."

Exames de rotina são considerados essenciais para prevenir doenças e até tratar alguns sinais de desequilíbrio no organismo antes que surja algum problema de saúde. Foi com esse intuito que Dirce Silva Simão, de 78 anos, decidiu fazer um check- up. “Na época, fiz os exames cardiológicos e constatou-se que a carótida estava comprometida. Ela estava com uma obstrução de 60% e eu fiz acompanhamento médico alguns anos por causa disso”, relata.

As artérias carótidas são responsáveis pela condução do sangue entre o coração e o cérebro e elas podem ser obstruídas em razão de colesterol alto, de hipertensão e outras enfermidades. A obstrução de 60% é considerada moderada, mas acima de 70% a situação já é caracterizada como grave.

No caso de Dirce, com a realização dos exames de acompanhamento, foi confirmado o agravamento da obstrução, que chegou aos 80%.

“Eu não sentia nada, não tinha dor nem vertigem e não desmaiava, mas foi preciso operar e fui ‘numa boa’. O médico me falou o que poderia acontecer em uma operação desse tipo, mas eu estava confiante e fui.”

No dia seguinte ao da cirurgia, o estado de saúde de Dirce piorou consideravelmente. “Eu tive duas paradas cardíacas, arritmia cardíaca, sofri um infarto e um AVC. Fui dada como morta. O médico falou para o meu filho que eu não teria chance e se eu voltasse ficaria muito doente e sem movimentos”, afirma. Naquela situação, Dirce não tinha com quem contar, a não ser com a fé de seu filho, Edrisio Silva Simão.

O PESADELO QUE DESPERTOU A FÉ

“Ela foi intubada e encaminhada à UTI, aí começou o pesadelo. O médico a desenganou, me disse que o caso dela era muito grave, que a perspectiva dela voltar era mínima e que, se voltasse, teria danos irreversíveis porque tinha ficado muito tempo sem respirar e o coração tinha parado. Ele praticamente disse que minha mãe estava morta”, diz Edrisio.

Ele relembra que na hora ficou muito abalado, mas que logo foi tomado por um sentimento de revolta por ver o que estava ocorrendo com a sua mãe. “A minha expectativa era de que ela saísse da cirurgia melhor do que tinha entrado e recuperada do problema na carótida. Eu não aceitei o fato de a minha mãe não sair da cirurgia bem. Saí do hospital revoltado contra aquela situação e fui para a Igreja. Era época de Fogueira Santa e eu, que não estava no propósito, decidi entrar e manifestar a minha fé, porque era humanamente impossível reverter a situação”, conta Edrisio.

Além do propósito, Edrisio ia às reuniões da Universal e sempre levava uma garrafinha com água para que fosse consagrada, elemento que se transformou em um ponto de contato para que o poder de Deus se manifestasse no corpo de sua mãe.

A ÁGUA CONSAGRADA

“Meu filho foi me visitar na UTI, eu abri os olhos e ele me perguntou se eu o reconhecia. Eu balancei a cabeça afirmativamente e disse que estava com sede. Ele pegou a água consagrada e molhou os meus lábios, porque, como eu estava na UTI, não podia beber nada. Foi um ato de fé da parte dele”.

Essa demonstração de fé fez que o que parecia impossível acontecesse. “Deus ouviu o pedido dele e me trouxe de volta. Eu fui operada no fim do ano passado, em meados de dezembro, e fiquei até janeiro no hospital. Foram mais de 20 dias de recuperação. Os médicos ficaram admirados, muitos foram me visitar e reconheceram que o que ocorreu foi mesmo um milagre e a grandeza de Deus.”

Segundo Edrisio, quando Dirce foi para casa ainda estava com a mão direita paralisada e a fala dela não estava muito boa, como se a língua dela estivesse presa. “Tudo isso se reverteu milagrosamente”, diz. Poucos meses depois da cirurgia, Dirce retomou sua rotina e está com a saúde plena. “Eu estou ótima, muito bem. Estou com todos os movimentos normais, com a cabeça boa e andando. Estou com 78 anos e continuo dirigindo. Sinto-me ótima e curada. Eu fiz os exames de novo e o médico até brincou comigo e disse: ‘a senhora vai viver mais de cem anos’. Foi verdadeiramente um milagre”, finaliza.

gota do milagre

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  • Redação  


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