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No leito de morte ele recebeu uma segunda chance2 min read

Luiz Henrique Dias conheceu o trabalho da Universal no hospital onde estava internado. Ele tinha sido jurado de morte e precisou passar um grande sofrimento para mudar de vida

No leito de morte ele recebeu uma segunda chance2 min read

Avida de Luiz Henrique Dias, de 26 anos, mudou por completo após o falecimento do seu pai. Na ocasião, ele tinha apenas 7 anos. Aos 13 anos, ele começou a andar com más amizades e passou a fumar cigarro e a consumir bebidas alcoólicas. “Para chamar atenção das pessoas, procurei ser aceito da maneira errada. Também passei a matar aula para fumar maconha, me arrisquei vendendo drogas e fazendo diversos assaltos”, diz.

Ele foi promovido a gerente do tráfico. “Cheguei a receber ordem de dentro dos presídios para cometer assaltos. Eu ganhava bastante dinheiro, mas gastava tudo nas noitadas com luxo e vaidades. Minha vida era triste e vazia, quem me olhava não imaginava que eu buscava apenas ser feliz.”

Durante uma briga pelo comando do tráfico, pessoas próximas tentaram matá-lo. Ele tinha apenas 16 anos. “Eles me bateram com garrafas, pedras, deram pauladas e facadas. Só me recordo de ouvir que eles queriam me matar naquele momento. Fui encontrado dois dias depois, no mato, todo ensanguentado, com dois tiros na cabeça e com moscas e cachorros em cima do meu corpo.”

Chamaram o Instituto Médico Legal (IML), pois acharam que ele estava morto. Luiz Henrique foi levado para o hospital e passou 14 dias em coma. Foram feitas três cirurgias para reconstituir o seu rosto.

Ele recebeu a visita dos membros do Grupo da Saúde da Universal e aceitou que orassem por ele. Recebeu todo o apoio deles, que sempre o visitavam. “Eles me aceitaram do jeito que eu era. Quando passei a frequentar a Igreja, as pessoas começaram a me trazer para perto, diferentemente das pessoas de fora, que tinham medo de mim.”

O jovem começou a participar das reuniões de libertação. Antes, ele fazia o mal para as pessoas. Hoje, ele é pastor e dedica a vida a ajudar aqueles que sofrem como ele sofreu.


Igreja Universal
  • Por Michele Francisco/ Foto: Arquivo Pessoal  


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