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“Minha namorada não é romântica, o que faço?”4 min read

Veja o que Renato e Cristiane Cardoso pensam sobre este assunto

“Minha namorada não é romântica, o que faço?”4 min read

No A Escola do Amor Responde desta semana os professores e palestrantes Renato e Cristiane Cardoso esclareceram as dúvidas de Terêncio, um aluno que está com problemas com a namorada, que é um pouco diferente dele quanto à forma de expressar seu amor. Acompanhe os conselhos que eles deram.

Terêncio – Estou lendo o livro Namoro Blindado. Tenho aprendido muita coisa e tem sido muito útil para o meu relacionamento, mas estou passando por uma situação e não sei o que fazer. Minha namorada é uma pessoa fechada, difícil de expressar o que sente. Procuro fazer tudo para agradá-la e ser quem ela espera que eu seja como homem: um líder. O problema é que no nosso namoro não tem nenhum romantismo da parte dela, como dizer algo romântico, se declarar, expressar o sentimento por meio de ações. Gostaria de saber como devo agir.

Cristiane – Se a sua reclamação é simplesmente porque ela não fala que o ama a todo momento, você está errado em cobrar isso dela. Contudo, se ela é uma pessoa fria, fechada, não fala o que sente, aí há um problema a ser discutido.

Renato – é importante entender que cada um tem seu jeito de expressar o amor. Algumas são românticas, gostam de deixar bilhetinhos, de fazer surpresas, valorizam os pequenos gestos e as datas especiais são muito importantes. Mas nem todo mundo é assim. Algumas pessoas têm um comportamento extremo. São aquelas que não fazem nada em datas comemorativas e dão a entender que não precisam desses momentos para lembrar do parceiro. Aluno, você pode expressar seu amor por sua namorada sendo romântico, pontual, mandando mensagens e ela pode expressar o amor de outra forma, do jeito dela. Ela não é muito expressiva, talvez por ter crescido em um ambiente familiar em que as pessoas não demonstram tanto o amor um pelo outro. Tente saber se ela recebia carinho do pai ou se ele era romântico com a mãe dela. Você precisa analisar se ela via isso ou se convivia com o contrário: se era oprimida pelo pai, se ele era um marido severo, rigoroso, se o ambiente em casa era mais parecido com o militar do que com o familiar. Tudo isso influencia o comportamento de uma pessoa e o modo como ela expressa seus sentimentos. Desistir do namoro por causa disso pode ser um grande erro. Você precisa avaliar o que quer e se vai conseguir lidar com essa situação. Se deseja ter ao seu lado alguém que o receba como um cachorrinho (que quando o dono chega em casa pula, lambe e avança) ou você se deseja se casar com uma pessoa que não se expressa tanto. é bom que você avalie melhor o que deseja para seu o futuro, pois o casamento pode não dar certo dependendo do que você escolher para si.

Cristiane – Como você já é assim, uma pessoa romântica, sua namorada pode trazer o equilíbrio para a relação. Se os dois fossem iguais, viraria uma competição de quem é mais amoroso ou de quem fala mais palavras bonitas para o outro. Agora, o problema é se ela for fechada demais, a ponto de não se abrir com você sobre as coisas que acontecem com ela. Assim não tem como ajudá-la, o que afetará o relacionamento no futuro. No entanto, se o problema é simplesmente ela não ser como você, eu não enxergo isso como algo ruim. Aliás, hoje em dia, as pessoas estão muito mal-acostumadas com relação ao romantismo. Quando eu namorei o Renato, nós não nos falávamos todos os dias, não tínhamos essa possibilidade. Existia a saudade, tinha respeito pelo tempo dele e o meu tempo, ele não mandava em mim nem eu nele. Hoje, não apenas por causa do celular, mas as pessoas estão muito mal-acostumadas: elas querem que no namoro o parceiro tenha os mesmos compromissos de alguém casado e não é assim.

Renato – Como você está lendo o livro Namoro Blindado, eu quero chamar a sua atenção para que leia a parte que fala como conduzir o namoro, como conhecer bem o namorado (a) e inspecionar se essa pessoa é adequada para um relacionamento futuro ou o casamento.

Para saber mais como resolver os problemas da vida amorosa, participe das palestras da Terapia do Amor, todas às quintas-feiras, em uma Universal mais próxima de você. A cada palestra, casais, noivos, namorados e solteiros aprendem sobre o amor inteligente e como desenvolver o relacionamento a dois.


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  • Por Michele Francisco / Foto: Fotolia 


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