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As Pratas da Casa do exterior5 min read

Confira histórias de pessoas que presenciaram o início do trabalho da igreja em outros países e que ainda fazem parte dessa enorme família

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A equipe da Folha Universal conversou com obreiros, membros e evangelistas que estiveram presentes nas inaugurações das igrejas em países em que os cristãos sofrem muitas perseguições. Eles se mantiveram firmes desde o início, acompanharam o crescimento da Obra no país e hoje fazem parte da família Universal.

Argentina

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Há 28 anos, a vida de Claudina Noelia Palacio (foto acima), de 73 anos, dona de casa, estava muito tumultuada. “Meu marido tinha morrido, estava deprimida e com câncer. Nada preenchia o vazio que eu tinha até a Universal chegar à cidade de Alta Gracia, em Córdoba, na Argentina”, conta.

Ela foi uma das primeiras pessoas a entrar na igreja. “Fui à primeira reunião na Universal no início de abril do ano de 1989, mesmo mês em que a igreja havia sido inaugurada. Tinham pouquíssimas pessoas nesse começo. E foi lá que, por meio da fé, fui curada do câncer e despertei o desejo de ajudar outras pessoas. Acompanhei a evolução da igreja no país, inclusive as perseguições sofridas, e hoje sigo firme como obreira e sempre na fé”, completa Claudina.

Austrália

A empresária Lilly Freeman , de 38 anos, cresceu em uma família muçulmana e, por não concordar com os costumes, sofreu muitas represálias. “Meus parentes brigavam muito comigo. Tinha muita insônia, minha vida era uma bagunça, não conseguia me fixar em nenhum trabalho. Mas tudo mudou quando a Universal chegou aqui.”

A Universal foi inaugurada na Austrália em 2006 e, quando soube da notícia por meio de um colega, se interessou em conhecer o trabalho. “Fui com este rapaz à primeira reunião. Tinha por volta de dez pessoas. Eu ouvi falar de Jesus e me interessei em saber mais a respeito da Palavra. Naquele dia dormi muito bem, minha vida se transformou e, desde então, nunca mais abandonei a fé inteligente que aprendi a ter”, acrescenta Lilly, que hoje é obreira.

Estados Unidos

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O ano era 1986 e Delma Fitzke (foto acima), secretária executiva, estava recém-chegada aos Estados Unidos. “Na época, fiquei sabendo que o Bispo Macedo estava iniciando o trabalho aqui em Manhattan. Eu estava precisando de uma direção espiritual e me interessei em conhecer a igreja. Me lembro que tinha apenas eu e mais algumas pessoas assistindo à reunião”, revela.

Ela acompanhou o crescimento da Universal nos Estados Unidos e se orgulha disso. “Considero a fé como um tesouro na minha vida. Foi na Universal que descobri que tinha este tesouro dentro de mim. Estou sempre aprendendo através das pregações e hoje também tenho a oportunidade de ajudar outras pessoas, de evangelizar”, conclui.

Japão

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Quem vê a obreira Alice Alencar Kanashiro (foto ao lado), de 68 anos, sempre sorridente não imagina o que ela já superou. “Cheguei à Universal desenganada pela medicina. Me deram apenas 8 meses de vida, mas hoje estou aqui. Devo isso ao Deus que conheci”, revela.

Ela foi um dos primeiros membros da Universal no Japão. “A inauguração foi em 1995 e lembro como se fosse hoje: tinha apenas oito pessoas. Eu sofri muito aqui no país por ser cristã. Mas eu encontrei vida lá e queria passar isso para todos. A evangelização era feita de porta em porta, apenas falando de Jesus. Hoje, a igreja cresceu e sou muito feliz por isso. A minha fé é tudo, é a razão do meu viver. E a Universal é a minha mãe, que me acolheu quando eu me encontrava sem vida”, conclui Alice.


Moçambique

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Laura Monjane Vilanculos (foto ao lado), de 48 anos, e seu marido, Luciano Luís Vilanculos, de 53 anos, cabeleireiro, foram alguns dos primeiros membros da Universal de Moçambique. “A igreja começou aqui no fim do ano de 1992 em um local chamado Cine África. Estava no hospital quando me falaram do trabalho. Fomos conhecer porque estávamos em busca de cura para nossa família, vivia sempre doente e era muito nervosa, tinha problemas no casamento. Todos os meus filhos eram doentes, tinham feridas que não saravam em todo o corpo e um deles sofria de asma crônica”, diz.

Após participar das reuniões encontraram muito mais do que apenas a cura. “Descobrimos quem era Deus e o Seu poder. Desde então não abandonamos mais Sua Obra. Os momentos marcantes que vivenciei no início da Universal em Moçambique foram as perseguições aos dirigentes e pela mídia. A perseverança da igreja hoje resulta no ganho de milhares de almas e nós seguimos juntos”, conclui.

Rússia

Natalia Npehkoba (foto acima), de 69 anos, médica veterinária aposentada, é obreira há 19 anos e participou das primeiras reuniões da Universal que foram realizadas na Rússia. No início, o local onde eram realizadas as primeiras reuniões era bem simples. Não havia cadeiras e quando chovia as pessoas não podiam ir ao centro do salão porque ali havia muitas goteiras. Lembro com muita satisfação que tive o privilégio de ajudar a comprar as primeiras cadeiras para a realização dos cultos”, conta.

Desde 1997, o trabalho é realizado no país e ela teve a oportunidade de acompanhar a evolução. “Havia somente uma igreja na cidade de Moscou-Rússia e nós realizávamos o trabalho de evangelização batendo de porta em porta. Foi uma satisfação enorme quando tivemos a condição de receber o primeiro jornal da igreja para evangelizar e materiais do Bispo Macedo, como livros traduzidos no idioma russo. Depois de alguns anos eu e minhas filhas tivemos a oportunidade de ajudar em novos trabalhos em outras cidades”, acrescenta.


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  • Por Ana Carolina Cury / Fotos: Cedidas 


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