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“Eu pensava que Deus não me aceitaria de novo”3 min read

Os conflitos em casa e a exclusão na escola fizeram de Stéphanie Gomes uma jovem triste e infeliz

“Eu pensava que Deus não me aceitaria de novo”3 min read

A palavra tem um poder inestimável. Ela pode aumentar a autoestima de uma pessoa, mas também pode destruí-la. Quando são positivas, as palavras motivam e encorajam. Quando são negativas, podem causar tristeza, destruição, desânimo, opressão e angústia. Foi isso o que aconteceu com a atendente Stéphanie Gomes, de 26 anos.

Ela cresceu em uma família desestruturada, cujos membros brigavam constantemente. Stéphanie presenciava as discussões constantes entre seus pais e as agressões entre eles e isso a fez crescer complexada e cheia de medos. Para completar, na escola, a situação também era de sofrimento. A menina não conseguia fazer amigos e todos zombavam dela.

“Me excluíam, me chamavam de feia, de espantalho. Meus problemas foram se agravando, entrei em depressão e me sentia a pior pessoa de todas. Era extremamente triste e não tinha alegria de viver. Comecei a considerar a ideia de acabar com a minha própria vida”, conta.

Stéphanie também tinha muitos pesadelos. Por não saber lidar com a solidão em que vivia, a jovem criou um “amigo” imaginário. “Eu dialogava com esse amigo, mas essa voz na minha mente ainda me fez criar um ódio do meu pai”, diz. Para tentar amenizar sua dor, Stéphanie encontrou refúgio na bebida.

Aos 11 anos, ela e a mãe foram juntas à Universal para assistir a uma reunião. Ela começou a perceber que existia uma chance de ser feliz, mas o seu pai a proibiu de continuar a ir. Por conta disso, as brigas em sua casa aumentaram ainda mais. “Parei de orar e de acreditar que Deus mudaria a minha vida. A mágoa do meu pai só aumentava e os pesadelos voltaram com mais força”, relembra.

A raiva e o desespero tomaram conta dela e ela começou a se arranhar e a bater no próprio corpo. Stéphanie deixou de sair de casa, pois tinha medo de morrer.

“Eu pensava que não merecia uma segunda chance, que não ia adiantar tentar, porque eu já havia tentado uma vez sair daquela situação. Entendi que a minha vida teria que ser aquela ali mesmo, pois Deus não me aceitaria de novo”, lembra.
Mesmo com esses conflitos, ela conseguiu ir às reuniões de libertação da Universal. Sua libertação começou a acontecer quando ela reconheceu que o problema estava no seu interior.

A primeira coisa que ela tirou de dentro de si mesma foi a mágoa que tinha do pai. Com o tempo, foi perseverando e não queria mais desistir nem abandonar sua fé. “Cheguei à conclusão de que aqueles sentimentos não faziam parte de mim, não me pertenciam. Determinei e entreguei minha vida a Deus e comecei a me valorizar e me amar”, diz.

Hoje sua vida está transformada. No lugar do medo e dos pesadelos, ela passou a ter paz e alegria de viver.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como livrar-se deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação na Universal. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar.


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  • Por Michele Francisco / Foto: Demetrio Koch 


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