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“Eu ia perder parte do meu rosto”4 min read

Conheça a história de Tatiane Rodrigues Lima, que teve um câncer raro na face, mas logo ficou livre da doença

Imagine receber uma triste notícia em meio ao vigor da adolescência. A cabeleireira Tatiane Rodrigues Lima (foto ao lado), de 28 anos, estava com 12 anos quando foi diagnosticada com um tumor maligno no rosto. A princípio, ela notou o surgimento de um pequeno caroço próximo à sobrancelha. O nódulo tinha a aparência de uma acne, mas ele começou a crescer e Tatiane decidiu procurar um médico.

Ao término da consulta, o médico tranquilizou Tatiane e diagnosticou o caroço como um cisto. No entanto, foi necessário encaminhá-la para uma biópsia. O objetivo era fazer um exame mais detalhado e o resultado identificou um câncer. Ela reconhece que, no primeiro momento, reagiu mal ao receber o diagnóstico.

“Quando soube do resultado, fiquei tão triste que desenvolvi depressão. O médico disse que eu ficaria com o rosto deformado e que precisaria fazer enxerto, tirar a pele de outra parte do corpo para preencher o local. Comecei a me achar diferente das outras meninas, não queria me enturmar com ninguém e tinha vergonha do meu problema.”

Tatiane foi encaminhada para iniciar o tratamento no hospital. A equipe médica analisou novamente a biópsia e o diagnóstico foi o mesmo. “O local não tinha condições de acompanhar meu caso, eu precisava de uma equipe mais especializada. Fui para o Hospital das Clínicas e fiz uma nova biópsia. Passei pelo mesmo processo de cirurgia e o mesmo sofrimento”, conta.

Novos exames

O passo seguinte seria uma cirurgia mais invasiva. Ela fez uma série de exames e passou a ser acompanhada por vários especialistas, como psicólogo e cardiologista. Antes de operá-la, o médico avisou que a recuperação seria demorada e que ela teria sequelas. O tumor poderia voltar e ainda se espalhar para outras partes do corpo.

“Eu fiquei com muito medo, mesmo sendo pequena, sabia que era grave e que poderia morrer após essa cirurgia. A cada vez que ia ao hospital recebia uma palavra negativa. Mas, diante desse cenário difícil, minha mãe e meu avô me apoiaram e me deram muita força. Eles usaram a fé, fizeram propósitos e foram perseverantes em me ver curada. Também participamos das reuniões de cura na Universal e recebemos orações”, lembra.

Ela se recorda de uma das visitas ao médico. “Minha mãe falou para o médico: ‘quem vai cuidar da minha filha é o Médico dos Médicos’. O médico perguntava quem era esse médico do qual ela falava tanto e ela respondeu: ‘é Deus’”.

Os médicos optaram por fazer mais uma cirurgia, mas diferentemente do que eles determinaram, o procedimento foi simples e não foi necessário fazer um enxerto. No mesmo dia, eles lhe deram alta e não souberam explicar o que aconteceu. “Depois da recuperação, o tumor não voltou mais. Eu me tornei uma menina saudável e a cicatriz que eu tenho é para lembrar do que a fé fez comigo.”

Cura para a alma

Após dois anos de cura, Tatiane deixou de ir às reuniões da Universal e acabou desenvolvendo novamente problemas psíquicos. Desta vez, além da tristeza, ficou com síndrome do pânico e insônia. “Me tornei uma pessoa sem paz, vazia e infeliz. Tinha muito medo de morrer, sentia dores no peito e uma angústia inexplicável. Era horrível, porque eu sentia vários sintomas, mas eu ia no médico, fazia exames e nada era constatado”, explica.

Quando completou 24 anos, após a perda de uma amiga, ela tomou consciência de que precisava voltar à Universal e recuperar a vida saudável que um dia teve. “Decidi me entregar de verdade. Voltei a acompanhar as reuniões de cura, pois não aceitava mais viver daquele jeito. Me casei e estou há quatro anos recuperada. Tenho saúde, sou forte diante dos problemas e durmo em paz. Quem me conheceu antes vê a diferença agora. Hoje eu consigo ajudar pessoas que passaram pelos mesmos problemas que eu tive”, conclui.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .


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  • Por Débora Vieira / Fotos: Marcelo Alves 


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