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Entre drogas, mutilações e um cinto para se enforcar3 min read

Marilâine Ribeiro Silva preenchia o vazio que sentia de maneira errada. Até o dia em que um convite mudou tudo

Entre drogas, mutilações e um cinto para se enforcar3 min read

Marilâine Ribeiro Silva (foto acima) era uma pessoa depressiva. “Tudo começou por conta de um relacionamento frustrado. Então, comecei a beber, a fumar e a sair para as festas”, recorda.

Entre drogas, mutilações e um cinto para se enforcarCom o passar do tempo, ela começou a ter conflitos com os pais. “Eu sentia um vazio imenso dentro de mim. Não sabia mais o que fazer para ser a menina que era antes. Comecei a usar maconha e, logo depois, cocaína. Tive desejo de usar outras drogas também, só não tive oportunidade”, conta. Na ocasião, ela tinha 18 anos.

As drogas, festas e os diversos relacionamentos que teve – tanto com homens quanto com mulheres – faziam com que ela se sentisse cada vez pior. “Pensei em recorrer ao suicídio. Comecei com a automutilação e depois tentei cortar os pulsos. Então, vieram os coquetéis de remédios antidepressivos, até beber e tentar me jogar na frente de carros.”

Vida transformada

Um dia Marilâine chegou em casa depois de ter usado uma grande quantidade de álcool e cocaína e ouviu uma voz em sua mente que dizia que ela não tinha mais jeito.

A relação com a família estava destruída. A vida sentimental e a financeira estavam fracassadas. Diante do desespero, pegou um cinto e pendurou no teto do quarto. Foi sua última tentativa de suicídio. “Quando empurrei o banquinho para me lançar, minha mãe me pegou no ato. Isso foi em um sábado. No domingo, fui abordada por um grupo de evangelização na minha rua. Foi quando conheci o trabalho da Universal.”

Foi sua mãe, Elanir, quem inicialmente lutou por ela. Levou um tempo, mas Marilâine entendeu que já tinha achado aquilo que tanto procurava. Logo passou a frequentar as reuniões da Universal. “Durante a oração, senti uma vergonha tão grande de tudo o que tinha feito que a minha vontade era de fazer um buraco no chão e colocar minha cabeça dentro. Deus foi me lavando, me limpando. Eu fiz um voto para que Ele mudasse a minha vida e, desde aquela reunião, desde o dia em que fui evangelizada, tudo mudou”, conta.

Agora, aos 22 anos, livre da depressão e dos vícios, ela relata que vive outra história. “Tenho uma família reconstruída, todos estão na presença de Deus. Tenho a vida sentimental e a financeira abençoadas. Só tenho a agradecer a Deus e à Universal, que foi onde encontrei Jesus e a paz de que precisava. Sou feliz, consegui me encontrar e ser cheia da presença de Deus, que era tudo o que faltava em minha vida”, finaliza.

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Igreja Universal
  • Por Flavia Francellino / Fotos: Cedidas 


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