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Ela se livrou de toda mágoa3 min read

Juliana Ferreira percebeu o quanto um sentimento pode causar danos irreparáveis

Ela se livrou de toda mágoa3 min read

O ódio do próprio pai e a mágoa por um erro do passado fizeram de Juliana Aparecida dos Santos Ferreira (foto ao lado), de 31 anos, uma mulher amarga e depressiva.

Aos 9 anos, ela viu o pai sair de casa, deixando ela, a mãe e a irmã, de 5 anos, desamparadas e sem nenhuma assistência.

“Meu pai foi embora com outra mulher. A partir daquele momento, mesmo sendo uma criança, comecei a nutrir ódio por ele”, conta. Juliana ainda não sabia, mas aquele sentimento deixaria marcas de sofrimento e conflitos internos que a acompanhariam até a fase adulta.

Com o passar do tempo, o rancor e o ódio a deixaram cega. “Meu pai sempre foi ausente e eu não me conformava. Eu não aceitava vê-lo abraçar outro filho. Eu preferia acabar com a minha vida para não presenciar aquela situação.”

Consequências

Juliana começou a colher no seu interior as consequências da mágoa, como insegurança, dúvidas e depressão. “Eu me casei. A minha primeira filha, quando nasceu, sofreu com refluxos e alergias. Eu vivia no médico com ela, que precisava tomar leite especial. Na mesma época, meu marido começou a se afastar de mim. Ali eu vi o passado da minha mãe se repetir na minha vida”.

Juliana começou a se questionar: “por que o meu pai não está do meu lado em um momento tão difícil?”

A jovem começou a ver vultos e a ouvir vozes. A mãe de Juliana, que já frequentava a Universal, convidou a filha para participar de uma reunião. “No primeiro momento relutei, pois não aceitava a Universal, mas sabia que precisava de ajuda, então fui”, recorda.

Ao participar das reuniões, Juliana pôde ver a saúde da sua filha ser restaurada. Contudo, Juliana ainda tinha outro problema. “O sentimento que trazia dentro de mim não me permitia ser feliz. Eu ainda era depressiva. Um dia uma obreira me orientou e explicou que era preciso eliminar aquela mágoa que eu tinha, para que eu pudesse ser feliz.”

Transformação interior

Juliana passou a frequentar as reuniões de libertação. Pouco a pouco, deixou de ver vultos e ouvir vozes. “Eu passava muito mal nas reuniões, mas quando saía de lá estava leve. Ainda assim, a minha libertação só aconteceu mesmo quando perdoei meu pai”.

Ela resolveu colocar um ponto final no passado. “A partir do dia que me libertei desse sentimento, a minha vida começou a fluir. Não tenho ódio do meu pai e oro todos os dias para que Deus o abençoe.”

Juliana tem uma família restaurada, um casamento feliz e dois filhos. “Eu escolhi perdoar e com isso fiz não só bem ao meu pai como a mim mesma”, completa.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como livrar-se deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação na Universal. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar.


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  • Por Maiara Máximo / Foto: Divulgação Internet 


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