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Ela quase perdeu o movimento do braço3 min read

Andreia da Silva manifestou a fé e se curou das feridas que teve em um acidente.

Ela quase perdeu o movimento do braço
No dia 16 de junho de 2017, a agente de preparo de alimentos Andreia de Jesus Lino da Silva, de 47 anos, tomou um grande susto na escola onde trabalhava, quando aconteceu um acidente na cozinha onde quase perdeu o movimento do braço. “Era um dia normal até que uma das panelas de pressão explodiu. Todo o feijão fervendo foi arremessado para cima e boa parte caiu no meu braço direito. Senti uma dor enorme na hora e o braço ficou bem vermelho, mas achei que não precisava ir ao médico. Molhei a área atingida e segui meu expediente”, recorda.

Seis horas depois, Andreia já estava em casa e sentiu muita ardência e incômodo no local. Então, percebeu que havia surgido pus na queimadura e decidiu buscar ajuda médica. Chegando ao hospital, ela ficou surpresa ao ser internada e ao ouvir do médico que a queimadura era de segundo grau e que ela havia contraído uma infecção.

“Eu não tinha previsão de alta. Meu braço rapidamente ficou com muito pus, por causa da infecção, mas o pior momento foi quando o médico disse que eu não conseguiria mais movimentá-lo, pois depois do acidente eu o mantive dobrado, semelhante à posição de quando fica enfaixado, e isso causou um encolhimento do nervo. O correto, alertou o médico, seria ter mantido o braço esticado, mas eu não sabia. Essa declaração me preocupou muito”, lembra.

Após a internação, foi recomendado que Andreia fizesse fisioterapia para tentar recuperar os movimentos do braço.

A FÉ NO INVISÍVEL

Ela quase perdeu o movimento do braçoDepois de cinco dias de internação, Andreia conta que já não aguentava mais ficar no hospital e que resolveu pedir aos médicos que lhe dessem alta. Contrariados, eles
pediram para que ela assinasse um termo de responsabilidade quanto à sua atitude e a avisaram que a alta só seria concedida se na semana seguinte ela voltasse ao hospital para nova avaliação e marcação 
das sessões de fisioterapia. Andreia frequentava a Universal e sabia que se manifestasse a fé em Deus obteria a cura. “Naquela semana eu não podia sair de casa por causa do risco de desenvolver novas infecções e pedi a uma amiga que levasse minha garrafa com água para a Igreja no domingo de manhã, colocasse a gota do milagre e apresentasse a Deus em oração”, diz.

Ao receber essa água consagrada, Andreia conta que exercitou sua fé, com a consciência de que não era a água que a curaria, mas o poder de Deus que estava manifestado nela.

“Eu derramava a água no braço e determinava que não perderia os movimentos e que tão rápido como aquela ferida apareceu ela sumiria. Orava e usava a fé todos os dias, crendo que não era a água que me curaria, mas Deus quem honraria a minha fé e minha confiança nEle. E, no final daquela mesma semana, eu já conseguia mover o braço”, relata.

A CURA

Na semana seguinte, Andreia retornou ao hospital. Na ocasião, o médico ficou impressionado ao constatar a rápida cicatrização de uma queimadura de segundo grau, que costuma ser bem lenta. Mas o que ele ficou mais admirado foi com o fato dela não ter ficado com nenhuma dificuldade de movimentar o braço, dispensando, assim, a fisioterapia – que já era algo previsto.

Hoje, Andreia segue usando a fé e fazendo o tratamento da água consagrada aos domingos na Universal como manutenção de sua saúde e da de seus familiares. Seu braço direito voltou ao normal e não ficou sequer com manchas. Agora, ela faz questão de contar a todos o que Deus fez em sua vida por meio de sua Fé.

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  • Redação  


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