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A importância da fé na infância3 min read

Por que o trabalho e a dedicação das voluntárias da Educação Bíblica Infantojuvenil (EBI) são importantes

A importância da fé na infância3 min read

Ser uma oportunidade para aprender sobre o poder da fé e de desfrutar de uma vida com Deus desde a primeira idade. é com esse objetivo que a Educação Bíblica Infantojuvenil (EBI) atua no Brasil desde os anos iniciais da Universal e atende crianças de até 10 anos de idade.

Adolescentes de 11 a 14 anos fazem parte da Turminha da Fé Teen, o TF Teen, grupo existente desde 2002. Ao todo, só no Brasil, cerca de 1,6 milhão de crianças e pré-adolescentes são atendidos. Hoje, o trabalho tem grandes proporções e está também em cerca de 48 países, mas nem sempre foi assim.

As reuniões realizadas no primeiro templo da Universal, no bairro da Abolição, no Rio de Janeiro, atraíam cada vez mais pessoas. Por isso, surgiu a necessidade de atender o público infantil, que chegava ao local acompanhado dos pais ou responsáveis. No início, cerca de 50 crianças ocupavam o Cine Piedade, lugar alugado especialmente para acolhê-las.

Uma das voluntárias que ajudaram a escrever essa história foi Ivone de Paula Silva, a tia Ivone, que está na Universal há 39 anos. Ela foi testemunha de como o trabalho começou. “Muitas crianças iam com os pais para a Universal e não existia espaço para elas. Então, o Bispo Edir Macedo alugou o Cine Piedade aos domingos. Chegávamos cedo, pegávamos as crianças, colocávamos o nome nas blusinhas. Era tudo novidade. Ficávamos com elas, fazíamos teatrinhos, falávamos de Jesus. Cinco a dez minutos antes do fim da reunião, voltávamos à igreja para entregá-las aos responsáveis.”

Planejamento

Com o passar dos anos, as aulas começaram a ser planejadas e as tias voluntárias passaram a ter uniformes, como lembra Vanda Nicácio de Melo, a tia Vanda, que está na Universal há 36 anos.

Ela chegou aos 8 anos de idade e é obreira há 25 anos. “Hoje, estou no Grupo Calebe, na EBI e ajudo na evangelização. O meu batismo com o Espírito Santo foi no momento da aulinha da EBI. Eu tinha 10 anos. As tias falavam da Palavra de Deus. Cada criança levava a sua Bíblia e fazíamos desenhos em cima das palavrinhas”, relata tia Vanda.

Bons frutos

Como Vanda, muitos que chegaram à Universal ainda na infância permanecem como obreiros, pastores e esposas de pastores. é o caso do pastor Wallace Gomes de Souza, de 24 anos, que foi aluno de Jaciara Santos de Oliveira, a tia Jaci. “Foi na EBI que aprendi metade do que sei hoje sobre fé e comunhão com Deus, sobre a importância de ser fiel e de ter comprometimento com a Obra dEle. Valores que herdei da EBI”, ressalta o pastor Wallace.

Tia Jaci, de 49 anos, chegou à Universal aos 13 anos. Na ocasião, ela tinha batido a cabeça na praia enquanto brincava com a irmã. Com o passar dos dias, foi perdendo a audição. “Fiz vários tratamentos, fui a especialistas e nada de ficar curada”, recorda.

Foi quando o padrasto a levou para participar da corrente da saúde, que acontecia aos sábados. “Em uma noite, senti um estouro. Um líquido quente, misturado com areia, saiu do meu ouvido. Depois disso, passei a ouvir como nunca.”

Hoje, tia Jaci se orgulha de falar sobre Deus para adultos e crianças. “Se todos entendessem a importância da EBI, muitos se dedicariam mais. O grupo é a base do futuro da igreja. Pastores e esposas foram atendidos pelo nosso trabalho. Sou escolhida para cuidar dos pequeninos e Ele conta comigo. Amo a família EBI”, finaliza Jaci.


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  • Por Flavia Francellino / Foto: Manoel Oliveira  


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