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é possível se libertar da dependência química?5 min read

Conheça o Tratamento Para a Cura dos Vícios e descubra a resposta

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Aos 12 anos de idade, Cláudio conheceu as drogas. As primeiras foram o álcool e o tabaco. Influenciado pelo fácil acesso aos produtos e pelas pessoas ao redor – Cláudio estava começando a trabalhar em um bar pertencente ao seu irmão – o menino logo conheceu também o lança-perfume.

Para o menino de Conselheiro Lafaiete, pequena cidade de Minas Gerais, tudo aquilo não passava de uma brincadeira. Ele era o mais novo de oito irmãos, mas logo se tornou a maior preocupação de sua mãe. Aos 14 anos, ele viajava para outras cidades a fim de passar a noite “na farra”, como contou à jornalista Janaína Medeiros, em entrevista à Folha Universal. Em pouco tempo Cláudio quis experimentar sensações novas e descobriu o LSD, a cola, a cocaína e, por fim, o crack.

“A partir dali, comecei a enxergar as consequências negativas que os vícios vinham trazendo para minha vida e que até então não enxergava”, conta Cláudio, no site em que fala sobre seu trabalho. “Fui diagnosticado com esquizofrenia e transtorno bipolar e passei a me tratar com medicamentos fortíssimos”.

Os remédios tinham tarja preta e deveriam evitar convulsões. Em vez de ajudar a controlar o vício, o faziam exagerar ainda mais. Desempregado por culpa da dependência, Cláudio passou a comprar quantidades de drogas cada vez maiores, para revender e consumir.

“Chegou a um ponto que eu usava toda a droga que pegava e não pagava o traficante, o que o fez vir atrás de mim e me ameaçar”, contou ele em entrevista à Folha Universal. “Minha irmã foi quem teve que tirar um dinheiro do banco para pagá-lo. Aos 18 anos, sem dinheiro, apelava para cheirar cola de sapateiro e tiner e cheguei a pegar restos de cigarro no chão da rua para enrolar e fumar. Já sofrendo de depressão e insônia, fiquei revoltado e agressivo. Trancava-me no quarto onde ficava o dia inteiro usando drogas. Lembro-me de um dia que bebi muito, cheirei tiner na casa da minha irmã, saí no fim da tarde cambaleando na rua e fui direto para uma ribanceira, onde me lancei tentando tirar minha vida. Só não morri porque havia galhos que amorteceram a queda. Um vizinho viu, avisou minha família e me resgataram com muita dificuldade”.

Cláudio atentou contra sua própria vida por dar razão à voz que estava em sua cabeça, dizendo que não havia solução para seu problema.

“Foi quando descobri que por trás do vício existia uma força opressora, que hoje chamo de ‘espírito do vício’”. Foi quando ele conheceu a Universal.

Drogas nunca mais

Foi a mãe de Cláudio quem o levou à primeira reunião cristã. Na época ele tinha 19 anos de idade e não acreditava que seria capaz de se curar da dependência química, mas já assistia aos programas da Universal durante a madrugada.

No dia 5 de janeiro de 1997, o jovem aceitou um convite para ir a um tratamento contra os vícios na Universal, onde aprendeu:

“é o ‘espírito do vício’ que domina e influencia a mente do viciado, muda seu comportamento, corta sentimentos pela família e engana o viciado dizendo que é ‘só hoje, amanhã ele para’. Arrancou o causador do vício, acaba o vício!”.

Faz mais de 20 anos que ele se libertou da dependência química. E hoje leva a Palavra de Fé que o libertou a outros dependentes, para que eles também possam voltar a viver.

Vício tem cura

é possível se libertar da dependência química?Hoje o mineiro Cláudio, que começou a trabalhar cedo como todos os meninos de sua família e cedo também descobriu os vícios, é conhecido como bispo Cláudio Lana. Ele é o responsável pelo maior tratamento contra a dependência química do Brasil: o Tratamento Para a Cura dos Vícios, da Universal.

O Tratamento nasceu a partir da necessidade que a Universal enxergou de canalizar o auxílio a dependentes químicos em uma reunião especial. A princípio, o bispo Rogério Formigoni tomou conta da reunião, hoje quem está à frente do trabalho é o bispo Cláudio Lana.

Entre fevereiro de 2013, quando teve início o Tratamento, e o primeiro semestre de 2017, mais de um milhão de pessoas, entre viciados e familiares, já participaram das reuniões. Isso somente na igreja da Avenida João Dias, em Santo Amaro, São Paulo. O tratamento, porém, já funciona em todas as capitais brasileiras e em mais de 60 países, alcançando um número incalculável de pessoas.

Conhecer o problema dos vícios de perto faz com que o bispo Cláudio entenda quais são as necessidades, os medos e as esperanças de um dependente químico. Dessa maneira, a equipe está sempre atenta e pronta para auxiliar tanto os viciados quanto suas famílias, que muitas vezes vão ao Tratamento buscar ajuda pelos seus parentes.

“Nós trabalhamos com o seguinte pensamento: O vício é toda ação repetitiva que degenera ou causa algum tipo de dano ao indivíduo”, explica o bispo. Dessa maneira, o tratamento se estende além do vício dos dependentes de drogas ilícitas, como maconha e cocaína, alcançando também aqueles que estão viciados em drogas lícitas, como álcool e tabaco, e até mesmo viciados em comportamentos que nem são considerados “drogas”, como internet, excesso de comida prejudicial à saúde, pornografia, etc.

Antes de chegar à frente do Tratamento Para a Cura dos Vícios, o bispo passou por Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Amazonas, até chegar a São Paulo, onde está hoje. Sempre levando a Palavra de Deus que afirma: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça”. Isaías 41.10

Se você também deseja conhecer o verdadeiro Deus, que deixou essa orientação em Sua Palavra, visite hoje mesmo a Universal mais próxima de sua casa.


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  • Por Andre Batista / Imagens: Universal 


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