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Do tráfico para o Altar4 min read

Edson da Silva enfrentou muitas batalhas até se tornar um vencedor

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O carioca Edson da Silva, de 29 anos, cresceu em uma família totalmente destruída. O pai dele foi assassinado, acusado de roubo, quando ele tinha apenas 1 ano. Assustada com a situação, sua mãe, Fraviete da Silva Bezerra, hoje com 69 anos, resolveu se mudar com os três filhos mais novos para outra comunidade do Rio de Janeiro.

A irmã mais velha de Edson já morava nesse local e tinha envolvimento com o tráfico de drogas. Ela foi assassinada brutalmente por vingança dentro da própria casa. O que a mãe de Edson temia começou a acontecer: os outros filhos também entraram no mundo do tráfico.

Filhos do tráfico

Um dos irmãos de Edson virou “fogueteiro”, pessoa que estoura fogos de artifício para avisar que a polícia chegou à comunidade. Não demorou muito para que outro irmão, o mais velho, começasse a vender drogas.

Algum tempo depois, o irmão que era “fogueteiro” foi preso e Edson foi convidado a assumir o lugar dele na facção. Quando o irmão saiu da cadeia, Edson se juntou a ele para gerenciar uma boca de fumo. “Em uma das ações da polícia, meu irmão correu e perdeu muitos pinos de cocaína. Quando informou isso para os chefes do tráfico, eles não acreditaram. Acharam que era mentira porque ele também era usuário.”

Depois de alguns dias, o irmão de Edson foi encontrado esquartejado. “Naquele dia, uma mágoa muito grande nasceu em mim. O traficante disse que roubou a vida do meu irmão porque ele tinha roubado a droga deles”, lembra.

Mais uma vez, a família mudou de comunidade. Edson era usuário de cocaína e, depois da morte do irmão, começou a se drogar e a beber cada vez mais.

Na nova comunidade, ele começou a ser respeitado. Prestes a completar 17 anos, Edson foi preso e ficou um ano e dois meses na cadeia. Quando saiu, percebeu que precisava mudar de vida.

“No dia em que deixei a prisão, me encontrei com outro irmão. Ele roubava celulares no centro do Rio de Janeiro e nesse mesmo dia ele foi morto com um tiro no ouvido. Isso foi o meu fundo do poço”, explica.

O Altar

Ao tomar conhecimento da situação de Edson, uma amiga que frequentava a Universal o convidou para uma reunião.

“Vi a mudança na vida dela. Ela estava diferente, então, eu aceitei o convite. Cheguei em uma reunião do Força Jovem Universal (FJU). Tudo o que o pastor falava parecia ser para mim, ele estava falando para mim. Ali fiz um voto com Deus para mudar de vida.”

Edson se libertou das drogas e do tráfico e logo começou a fazer parte dos grupos sociais da Universal. Depois de quatro anos frequentando as reuniões, Edson se tornou pastor. Ao todo, já são sete anos fazendo a Obra no Altar.

Casado há um ano e sete meses com Alessandra de Oliveira Rodrigues da Silva, de 24 anos, Edson e a esposa estão na Universal da Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1.382, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.

A Universal mantém diversos projetos sociais e, por meio de seus voluntários, atua em vários setores da sociedade, com o objetivo de levar auxílio emocional, psicológico, material e, sobretudo, espiritual aos que necessitam, em asilos, orfanatos, hospitais, presídios, comunidades, entre outros locais.

Clique nos links abaixo e conheça alguns desses projetos:

Projeto Raabe (Auxílio a mulheres vítimas de violência doméstica)

Projeto T-Amar (Apoio a adolescentes grávidas e mães solteiras)

Projeto Ler e escrever (Alfabetização de jovens e adultos)

Anjos da madrugada (Ajuda a moradores de rua)

A Gente da comunidade (Ações sociais em comunidades)

Grupo Calebe (Incentivo e auxílio a idosos)

Força Jovem (Ações com os jovens)

Identificou-se com algum desses projetos? Então não perca mais tempo, procure uma Universal mais próxima e obtenha informações de como se tornar um voluntário. Não esqueça: “… Mais bem-aventurado é dar que receber.” Atos 20.35


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  • Por Maiara Máximo / Fotos: Cedidas 


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