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Como não ser escravo do medo?3 min read

O que fazer para não deixar que as marcas de um passado conturbado aprisionem você

Como não  ser escravo do medo?3 min read

O medo pode ser normal na vida de uma pessoa que carrega consigo marcas do passado. Mas até quando é necessário permanecer escrava desse medo?

Existe uma maneira de colocar um fim no sofrimento. Foi o que fez Monique Duarte, (foto ao lado) de 19 anos. Após enfrentar um trauma na infância, ela escolheu os piores caminhos para tentar apagar as marcas do passado.

Aos 7 anos, ela foi abusada sexualmente por um familiar e isso desencadeou sentimentos de ódio e raiva. Ela começou a ouvir vozes e a ver vultos e o medo passou a tomar conta dela. Ela não conseguia ficar sozinha em seu quarto nem ficar no escuro. “Por ter um vazio dentro de mim, comecei a me envolver com vários rapazes, principalmente pessoas da pesada, homens homicidas e assaltantes de banco”, conta a jovem.

Nenhuma dessas escolhas deu certo. O vazio dentro dela só aumentava e ela mergulhou nas drogas e na bebida. “Uma vez bebi tanto que entrei em coma alcoólico. E, como se não bastasse, tive um princípio de overdose. Nesse momento, fui abusada por um grupo de homens que estava comigo. Depois, eles me largaram na praia”, lembra.

Como não  ser escravo do medo?Aos 16 anos, ela se envolveu com um traficante e engravidou dele. O rapaz não aceitou a gravidez e a ameaçou de morte. “Eu tive que fazer o aborto, mas quase morri no procedimento, pois perdi muito sangue, fiquei fraca. Cheguei a manter relações sexuais com animais e praticava orgias com homens e mulheres”, diz.

Os familiares não aguentavam vê-la dessa maneira e chegaram a desejar sua morte. Ela não tinha paz, pois era constantemente ameaçada de morte. A jovem teve que mudar de endereço, mas não conseguia mais deixar a vida que levava. “Durante as festas, eu induzia as meninas a ficarem nuas, além de convencer várias a entrar no mundo das drogas”, relata.

Monique engravidou de outro rapaz, mas teve que assumir sozinha a filha, pois ele não quis saber da criança. Em meio a todo esse sofrimento, ela foi convidada por uma tia a participar de uma reunião na Universal.
Foi quando ela percebeu algo diferente e viu que poderia recomeçar. Ela investiu na corrente de libertação e, com sua dedicação e entrega, ela se libertou das drogas. Monique levou a sério o que aprendia nas reuniões e logo se batizou nas águas.

Após a decisão de mudar suas atitudes, ela conseguiu perdoar as pessoas que lhe fizeram mal. “Hoje eu sou uma pessoa completamente transformada. Em vez daquele medo, tenho paz e alegria. Deus realmente reescreveu a minha história”, completa.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como livrar-se deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação na Universal. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar.


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  • Por Michele Francisco / Fotos: Jefferson Moura e Arquivo Pessoal 


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