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“Comecei a roubar as pessoas na rua e as coisas de casa”2 min read

Influenciada por más companhias, ela se tornou viciada em drogas e teve uma adolescência infeliz

“Comecei a roubar as pessoas na rua e as coisas de casa”2 min read

A adolescência para algumas pessoas pode ser um pouco conturbada. Por si só é um período de autoconhecimento, mudanças e transformações. Por causa desse turbilhão de novidades internas e externas, muitos jovens precisam aprender a lidar com as inseguranças que surgem.

Diante de tantos desafios, muitos acabam aceitando facilmente a opinião de outras pessoas, se deixam levar e seguem caminhos errados. Foi o que aconteceu com a microempreendedora Luciana Ramos (foto acima), de 32 anos.

Aos 12 anos, uma amiga da escola ofereceu “cola” para Luciana e ela aceitou. A partir daquele momento, a vida dela mudou completamente. A jovem logo passou a usar várias drogas, como maconha, crack e lança-perfume. “Me viciei totalmente, virei a cabeça, me tornei uma menina agressiva. Puxava a faca para matar minha mãe, pois ela me prendia dentro de casa para tentar me conter. Ela chegou a colocar grades nas janelas”, conta.

A mãe de Luciana, desesperada, internou a filha duas vezes em clínicas de recuperação, mas as tentativas foram vãs. “Me tornei uma mendiga, comecei a roubar as pessoas na rua e as coisas de dentro de casa para conseguir drogas. Fui detida cerca de nove vezes, ainda quando era menor de idade”, lembra.

Casou-se com um traficante

A mãe dela não sabia mais o que fazer e mandou a filha para a casa de uma tia no Rio de Janeiro, para ver se ela melhorava. Luciana ficou pior.

Ela se juntou a assaltantes, cometeu um roubo a um apartamento e teve que voltar para a sua casa foragida. Em busca de uma saída, a jovem se casou com um traficante, mas eles se agrediam cotidianamente. O relacionamento não durou muito e eles se separaram.

“Eu era muito infeliz na vida sentimental. Eu agredia meu esposo e o cortava com uma faca”, relata. Sua mãe não desistiu dela e passou a frequentar a Universal. Um dia, sua mãe levou a Folha Universal para ela, que leu os relatos da transformação que Deus fazia na vida das pessoas. “No primeiro mês foi muito difícil. Eu tinha vontade de esmurrar o meu corpo tamanha era a agonia para usar droga, mas pedi ajuda de Deus para vencer essa fase.”

Luciana encontrou forças para prosseguir nas reuniões de libertação. “Hoje sou uma mulher completa, bem casada e tenho paz. Hoje minha mãe tem orgulho de mim e toda a minha vida foi transformada”, conclui.

Está passando por problemas de ordem espiritual? Saiba como se livrar deles participando todas as sextas-feiras da Reunião de Libertação, na Universal. Acesse www.universal.org/enderecos e encontre uma Universal mais próxima de você para participar. Os horários das reuniões podem variar de um lugar a outro.


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  • Por Michele Francisco / Foto: Leyde Luciana 


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