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Brasil enfrenta epidemia de sífilis2 min read

Saiba quais os cuidados necessários para a prevenção

Brasil enfrenta  epidemia de sífilis2 min read

De acordo com o último boletim epidemiológico emitido pelo Ministério da Saúde, entre junho de 2010 e junho de 2016, foram quase 230 mil novos casos da doença no País. No ano passado, houve um aumento de 32% em relação a 2014. A incidência da doença em homens, em 2010, foi maior – cerca de 1,8 caso para cada caso entre as mulheres. Em 2015, era de 1,5.

Os casos de sífilis congênita, que ocorre quando a transmissão é feita da mãe grávida para o bebê, também são alarmantes. Segundo o boletim, a cada mil bebês nascidos, 6,5 eram portadores da doença.

Estágios

A doença tem diferentes estágios. Na primeira fase, surge uma ferida, geralmente única, no local de contato com a bactéria, como pênis, vagina, ânus e boca. A lesão, que surge entre dez e 90 dias após o contágio, não dói, não coça e pode cicatrizar sozinha.

Na segunda fase, os sinais que aparecem entre seis semanas e seis meses depois são manchas, principalmente nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Já na terceira fase, a doença se manifesta de dois a 40 anos depois da infecção, com lesões ósseas, cardiovasculares e neurológicas, que podem levar à morte. Nos estágios primário e secundário da infecção, a possibilidade de transmissão é maior.

Diagnóstico

Em caso de suspeita, o diagnóstico pode ser feito de forma simples. A detecção é realizada por meio de um teste rápido de sífilis, que está disponível nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS). O resultado sai no mesmo dia, em cerca de 30 minutos.

Recomenda-se que o médico seja procurado. Ele fará o diagnóstico correto e indicará o tratamento adequado. Vale lembrar que a melhor forma de prevenção é o uso de preservativos no ato sexual. Em casos de mulheres grávidas, o acompanhamento da gestante durante o pré-natal contribui para o controle da doença.


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  • Por Maiara Maximo / Foto: Fotolia 


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