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A mulher feminina X a mulher dominadora2 min read

Conheça algumas peculiaridades delas e entenda como cada uma interfere no relacionamento a dois

A mulher feminina X a mulher dominadora2 min read

Ser mulher é ter suavidade e leveza. é desempenhar diversos papéis, como o de mãe, trabalhadora, dona de casa e, assim mesmo, com tantas funções, não perder a delicadeza.

Mas ser feminina não se restringe apenas a ter a voz suave, jeito carinhoso e usar acessórios delicados. Vai muito além disso. é saber se impor também quando é indispensável, seja no ambiente de trabalho, diante de uma dificuldade e até mesmo na vida a dois.

Em publicação em seu blog oficial, o escritor Renato Cardoso explica que um comportamento verdadeiramente feminino não significa sempre concordar com o marido. “Às vezes é necessário discordar fortemente, dependendo da situação. A feminilidade da mulher não abre mão da sua inteligência, racionalidade e capacidade de argumentar uma opinião digna”, ressalta.

Segundo ele, em um casamento, uma esposa forte é um recurso valioso para o marido. “Ela pode oferecer um feedback iluminador, ajudá-lo a considerar um lado do assunto que ele não havia notado, e até repreendê-lo respeitosamente quando ele está errado. Isso sem diminui-lo nem perder o seu lado feminino.”

De que adianta tanto investimento em roupas, acessórios, cabelo e maquiagem se o interior precisa de transformação? é fundamental saber se expressar e impor os seus pontos de vista, sempre de uma forma saudável.

Personalidade em conflito

Ao contrário da feminina, a mulher com características dominadoras assume um papel de liderança e quer comandar todas as situações, inclusive comandar o companheiro. Desde os primeiros encontros ela mostra a sua maneira de agir, mesmo que sutilmente, ditando as regras de um encontro, por exemplo, ou a melhor maneira do outro se vestir. Além disso, não reconhece as necessidades do companheiro, apenas a satisfação pessoal.

Normalmente, ela não se preocupa em medir palavras e acaba sendo rigorosa com as circunstâncias. E, pior, acredita que o seu modo de agir seja uma maneira de demonstrar ter persistência ou ser persistente nas suas vontades.

De acordo com a publicação de Renato, no relacionamento ela pode até conseguir as coisas do jeito dela, mas ao mesmo tempo irá sentir falta da masculinidade do homem que ela mesma “castrou”. “Ela é uma mulher em conflito consigo mesma: enquanto gosta do poder que exerce sobre o homem, no fundo o acha um ‘banana’ por aceitar o tratamento que ela lhe dá.”

E você, mulher, como se considera, feminina ou dominadora? Homem, e a sua companheira, como age?

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  • Por Débora Picelli / Foto: Thinkstock 


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