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A força da fé nos momentos mais difíceis4 min read

Conheça a história do jovem que escapou da morte ao sofrer um acidente de carro

A força da fé nos momentos mais difíceis4 min read

As pessoas costumam guardar na lembrança os momentos mais difíceis que marcam sua vida. É comum rememorar fatos alegres e também os mais tristes e desgostosos. Com o jovem Rodrigo do Carmo Dória (foto ao lado, à esq.), de 25 anos, não é diferente. Ele guarda na memória uma data emblemática: 23 fevereiro de 2015. Esse foi o dia em que ele quase perdeu a vida.

Ele e seu colega faziam um trajeto que conheciam muito bem. Os dois trabalhavam como entregadores e trafegavam pela BR-324, no sentido de Salvador para Feira de Santana, na Bahia. A rodovia – que começa no município de Balsas, no Maranhão, e chega até a capital baiana – é perigosa. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, em 2015, ano em que Rodrigo sofreu o acidente, o Estado baiano foi o segundo do País onde mais morreram pessoas em acidentes nas rodovias federais. E a BR-324 foi a via que concentrou o maior número desses acidentes na Bahia naquele ano.

Nos momentos mais difíceis

Rodrigo estava no banco do carona da Kombi que fazia as entregas da empresa na qual ele e seu colega trabalhavam. “O veículo estava lotado de mercadorias. Foi por volta das 11 horas da manhã que tudo aconteceu. Foi tudo muito rápido. Meu colega perdeu o controle do veículo, saiu da esquerda, conseguiu desviar de uma carreta que vinha na direção contrária, mas batemos em um poste. O carro ficou desmanchado. Lembro de ter deitado na pista e de sentir muita dor na região da barriga. Meu colega não sobreviveu. Ele ficou preso nas ferragens. O problema é que a Kombi não tem proteção nenhuma quando o veículo bate. O choque violento vem todo para a gente”, avalia ele.

Rodrigo foi levado para o hospital mais próximo. Apesar de ter sobrevivido, seu estado era gravíssimo. “Fiquei sabendo depois que tive perfurações no estômago, baço e fígado. Minhas chances de sobreviver eram muito pequenas por causa de todas essas lesões. A enfermeira se surpreendeu ao ver o meu boletim médico. Como não morri no acidente, podia morrer na sala de cirurgia”, relembra.

Gota d’água milagrosa

Quando ficou sabendo do acidente, a esposa de Rodrigo, Karine dos Santos Dória, de 23 anos, só teve tempo de passar em casa e pegar uma garrafa de água que havia sido abençoada na Universal. Mal sabia ela a importância desse ato e de sua fé para lidar com a situação.

No hospital, Rodrigo passou por uma cirurgia de urgência. Horas depois, quando acordou na sala de recuperação, o jovem se deparou com a esposa que orava por ele. “Com o soro conectado ao braço, eu não podia ingerir nenhum tipo de líquido. Mas a sede que eu sentia era demais, desde a manhã eu não bebia água. Meus lábios chegavam a colar um no outro de tanta sede. Eu implorava, mas minha esposa não podia me dar água, em virtude das recomendações médicas.”

Ao ver o sofrimento de Rodrigo, Karine colocou pouco mais de uma gota d’água na tampinha da garrafa que havia levado. “Ela molhou os meus lábios. A sensação foi muito boa. Tenho certeza de que isso, as orações da minha esposa e minha fé me ajudaram naquela hora. Ali, na enfermaria, nos momentos mais difíceis, vimos outras pessoas que acabaram morrendo. Era muito sofrimento, mas eu acabei escapando.”

Paciente predileto

As lesões que Rodrigo sofreu eram muito sérias. O período de recuperação para um problema desse tipo é longo. Mas, nos dias seguintes, o corpo clínico que atendia o rapaz se espantou com sua melhora. “Um dos médicos me chamava de paciente predileto pela minha rápida recuperação. Depois de sete dias eu saí do hospital. Ainda corria o risco de os pontos abrirem, mas, depois de dois meses, fiz um novo exame para saber como estava e a minha situação era a melhor possível”, afirma.

Rodrigo sabe o quanto a fé foi importante para livrá-lo da morte. “Ter passado por esse sofrimento foi algum tipo de provação. Não sei avaliar exatamente o que Deus queria, mas Deus nos prova o tempo todo. Agradeço a Deus por ter escapado”, completa.

Hoje, Rodrigo ainda tem a cicatriz que não lhe deixa esquecer do acidente quase fatal. “Continuo com meu trabalho voluntário na Universal ao lado de minha esposa. Temos o nosso filho, Isaque, de 3 meses, e vamos prosseguir na fé com a certeza de que Deus nos protege sempre”, finaliza.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos.


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  • Por Eduardo Prestes / Fotos: Jefferson Moura 


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