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“A dor foi tão forte que eu achei que ia morrer naquele momento.”2 min read

“A dor foi tão forte que eu achei que ia morrer naquele momento.”

Conceição Longaretti levava uma vida normal e com uma saúde perfeita, até que fortes dores na cabeça mudaram por meses sua vida.

“Eu vivia e trabalhava normalmente, cuidava de mim e da minha família. A minha saúde era perfeita de modo que nem resfriado eu pegava, mas certo dia senti fortes dores na cabeça, passado algum tempo senti a mesma dor, então decidi ir ao médico. 

Naquele momento, não parecia ser nada tão sério, o médico disse que era uma alergia e passou um remédio”, disse. 

O DIAGNÓSTICO 

Conceição teve uma melhora, mas alguns meses depois voltou a sentir a mesma dor na cabeça. 

“A dor foi tão forte que eu achei que ia morrer naquele momento.” “Decidi passar no médico novamente, ele me receitou o mesmo remédio, mas não fazia mais efeito. Alguns dias depois a dor foi tão forte que eu achei que ia morrer naquele momento. Chamaram a ambulância e ali eu pedi para falar com os meus familiares e o pastor, ele orou por mim e ungiu a minha cabeça. No hospital, fizeram vários exames e descobriram um sangramento no meu cérebro. 

Fiquei 2 dias em coma e quando acordei metade da minha cabeça estava raspada. Os médicos tentavam drenar a água que estava em meu cérebro, eu tinha um tubo em minha cabeça. Foram momentos difíceis”, conta Conceição. 

AS SEQUELAS 

Durante esses dias, os médicos já haviam avisado a sua família de que se ela não reagisse, teria que ser submetida a uma cirurgia na cabeça para colocar uma válvula que ficaria ali pelo resto de sua vida, e com grandes chances de sequelas. 

“A fé foi uma grande aliada nesse momento difícil. Estávamos sempre orando e pedindo a Deus o milagre. Após 15 dias eu recebi alta sem nenhuma sequela e pude voltar para casa. 

Mesmo de alta, continuei os cuidados e durante uma consulta de retorno, o médico descobriu mais um aneurisma que poderia romper a qualquer momento. Busquei os melhores médicos e tratamentos, mas a fé no Senhor Jesus foi o melhor caminho que encontrei”, disse. 

O TRATAMENTO 

“Comecei a participar do tratamento com a água consagrada todos os domingos na Universal, durante a semana eu bebia com fé, como se fosse um remédio. Eu não queria passar por tudo aquilo novamente. 

Busquei um outro médico e ele fez um exame mais detalhado e ali, pôde constatar o milagre. Não havia nada, o meu cérebro estava perfeito e sem sequela alguma. 

Agradeço a Deus por tudo, até pelas lutas, pois elas me fizeram depender mais dEle e entregar-me por completo. Hoje tenho uma saúde perfeita, trabalho normalmente e tenho uma família linda e abençoada”, finalizou feliz. 

“A dor foi tão forte que eu achei que ia morrer naquele momento.”

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  • Redação  


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