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A bebê tinha apenas 30% de chance de sobreviver4 min read

Sabrina Galdino teve uma gravidez de alto risco e a sua filha passou por sofrimento fetal em um parto delicado e arriscado.

A bebê tinha apenas 30% de chance de sobreviver

chance da pequena Isabelli sobreviver era de apenas 30%. Toda a mãe de primeira viagem, se enche de curiosidades, expectativas e nem sequer imagina uma outra realidade.

Sabrina Galdino, engravidou e ficou radiante com a notícia. Na 24 semana de gravidez, um diagnóstico a deixou insegura: ela tinha insuficiência istmo- cervical (IIC), um problema que pode comprometer a gestação e a saúde do bebê.

“O médico disse-me que a gravidez era de alto risco, pois a qualquer momento o bebê poderia nascer. Se isso ocorresse, havia o risco da minha filha não sobreviver ou contrair alguma infecção por conta de um parto prematuro”, conta Sabrina.

Para aumentar a gravidade do problema, Sabrina descobriu que também tinha a bolsa protusa, que ocorre quando a bolsa de líquido amniótico, que envolve o feto durante a gestação, sai do local onde deveria permanecer.

Sabrina precisou ficar internada.

Logo sua bolsa se rompeu e ela teve de fazer uma cesárea de emergência, pois o bebê já estava em sofrimento fetal e não recebia mais oxigênio. “Minha filha nasceu praticamente morta. Ela ficou alguns minutos sem reação e os médicos tiveram que ressuscitá-la. Eles me disseram que ela só tinha 30% de chance de sobreviver”, relata.

A bebê tinha apenas 30% de chance de sobreviver A pequena Isabelli Sabóia nasceu com 27 semanas e 3 dias, ou seja, com 6 meses de gestação. De acordo com o obstetra, um bebê que nasce nessa idade gestacional ainda não está pronto para os processos de adaptação que todos nós passamos quando nascemos. Os órgãos ainda não estão amadurecidos adequadamente, por exemplo.

A equipe médica responsável pelo parto de Sabrina explicou que a bebê poderia ficar com sequelas, pois ela ficou sem oxigênio e ainda tinha uma hemorragia no cérebro. Os especialistas deixaram a mãe consciente dos riscos, que ainda eram grandes.

Em meio a tantas notícias ruins, Sabrina se apegou à fé. Ela já frequentava a Universal com a família desde a infância. “Foi muito complicado lidar com a situação, pois a todo momento eu via uma mãe chorando a perda do filho. O que me manteve de pé foi a ajuda do meu esposo, que sempre tinha uma palavra de fé para me oferecer”, relata.

Sabrina recebeu alta e passou a frequentar as reuniões de cura para fortalecer sua fé com propósitos e orações. Apesar do momento complicado pelo qual passava, ela começou a levar palavras de fé às mães que estavam no hospital na mesma situação que ela. Aos poucos, a saúde de Isabelli foi se estabilizando.

“Nós recebíamos notícias boas e, em outros dias, notícias ruins. Ela chegou a ter distensão do abdômen e sopro no coração, mas, a cada palavra negativa, nos apegávamos mais a Deus”, lembra.

Depois dos dias difíceis, a pequena começou a ganhar peso. Dessa forma, ficou mais fácil superar os problemas que surgiam.

Depois de 56 dias de internação, Isabelli teve alta. Os médicos explicaram que ela ainda precisava ser examinada com frequência por vários especialistas. “Para eles, a Isabelli tinha que manter o acompanhamento, pois eles achavam que ela teria sequelas graves.”

Com o passar dos meses, Isabelli foi se desenvolvendo normalmente. Ao completar 1 ano sem qualquer tipo de sequela, os especialistas entenderam que ela não teria mais nenhum problema. Agora ela era uma menina saudável.

A bebê tinha apenas 30% de chance de sobreviver A pequena foi curada por meio da fé e da crença dos pais, que nunca desistiram. Sabrina relata que muitas mães que acompanharam a história de Isabelli se sentiram motivadas a buscar a fé por seus filhos nas reuniões de cura da Universal. A determinação de Sabrina não ajudou apenas sua própria filha, mas também outras mães.

Isabelli, atualmente, está com 2 anos e tem uma vida plenamente ativa. Desde que saiu do hospital, nunca apresentou problemas. É uma criança saudável.

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  • Redação  


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