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5 pensamentos do seu cônjuge ao ouvir reclamações vazias3 min read

Conheça as reações desencadeadas e entenda por que refletir antes de falar

5 pensamentos do seu cônjuge ao ouvir reclamações vazias3 min read

A Bíblia é clara ao recomendar: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas” (Filipenses 2.14). No entanto, muitas são as murmurações das pessoas. E quando isso acontece dentro de um casamento, deixa o cônjuge confuso, irritado, muitas vezes sem necessidade.

O Portal Universal.org listou 5 coisas que passam pela cabeça de quem está ouvindo as reclamações. Leia-as abaixo e, da próxima vez que tiver o impulso de agir dessa maneira, reflita antes de falar:

1. “Do que ele está falando?”

“Já reparou que a gente adora reclamar, até por picuinhas? Parece até que sentimos prazer nisso, como se isso viesse ajudar a tirar tudo para fora, como um desabafo. Mas será que ajuda mesmo?” – questiona a escritora Cristiane Cardoso, autora do livro “A Mulher V”.

Homens e mulheres, muitas vezes, reclamam como forma de aliviar o estresse. Entretanto, quem ouve aquilo pode não entender dessa maneira e se sentir confuso.

Reclamar ajuda a resolver algo? Se a sua resposta for “não”, então acabe com esse hábito. Ao ouvir uma reclamação, o outro vai pensar no item abaixo.

2. “Como eu posso ajudar?”

“O homem foi chamado de marido, que quer dizer ‘cuidador’. O seu papel principal é o de cuidar de sua esposa”, explica o escritor Renato Cardoso, autor do livro “Casamento Blindado. De acordo com ele, as missões do marido são: “Responsabilizar-se por; prestar atenção a; interessar-se por; pensar em; proteger; tratar bem; assistir; prover; e se preocupar com.”

Logo, em um casamento que funcione como Deus planejou, o homem se prontificará a resolver o problema.

Da mesma maneira, a mulher, que “foi chamada por Deus de ‘auxiliadora’ de seu marido”, ao ouvir o esposo reclamando, quer ajudar a resolver o problema.

A questão é: se não existe um real motivo para as reclamações, o casal não tem em que focar. O reclamão se perde em suas palavras, o que resulta, para quem ouve, no pensamento abaixo.

3. “Pare de falar e faça alguma coisa”

Renato Cardoso explica que, quando agimos juntos, unimos forças e atacamos o problema sem dó, com parceria na busca da solução, para ficar mais fácil. “Aí realmente pode-se dizer ‘dois contra um é covardia’. Nesse caso, não é covardia, é inteligência.”

O problema é que, se as armas estão prontas para a batalha, mas o alvo não está bem definido, a impaciência aparece. “Pare de reclamar. Tome uma atitude”, pensará o outro. “Se você não quer que eu ajude nem quer fazer nada, apenas pare de falar”, conclui o escritor.

4. “Estou sendo acusado de que desta vez?”

Outra linha de raciocínio seguida por quem, de repente, ouve reclamações é: “O que eu fiz agora para você se zangar?”

“Reclamações repetitivas mostram que existe algo que realmente incomoda o seu parceiro e que, se não for resolvido, trará outros problemas para vocês no futuro. Precisa cortar o mal pela raiz”, explica Cristiane.

Alguém que entenda isso se esforçará para descobrir como deixou o outro tão irritado. A reclamação sendo vazia de sentido, ou o ouvinte se torturará por muito tempo, tentando descobrir seu erro, ou decidirá se afastar.

5. “Eu não fico mais aqui

“Você gosta de ouvir gente reclamando?” – questiona Cristiane. E a resposta, evidentemente, é não. “As murmurações determinam a nossa fraqueza diante do problema.” E ninguém gosta de estar perto de quem é fraco e desagradável.

Se você quiser manter o seu cônjuge próximo a você, pense nisso. Aprenda a dialogar sem atacar — o que ou quem quer que seja — e não chateará o seu companheiro.

Quer entender melhor como deve funcionar o diálogo entre os casais? Então participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, na Universal.


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  • Por Andre Batista / Imagem: Thinkstock 


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