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“Sempre quis ser outra pessoa, alguém muito mais forte”2 min read

Marcelo Costa buscou a solução dos problemas nos amigos e nas drogas, mas acabou sendo dominado pelo vício

“Sempre quis ser outra pessoa, alguém muito mais forte”2 min read

A insatisfação e a infelicidade podem gerar angústia constante. Na tentativa de se livrar desses sentimentos, alguns pessoas mudam a aparência em busca da satisfação almejada. O que elas não sabem é que o poder da mudança não está no exterior, não está nas aparências.

O jovem Marcelo Costa, de 21 anos, cresceu vendo a mãe apanhar do padrasto. Isso o angustiava, pois se sentia incapaz de resolver o problema. “Sempre quis ser outra pessoa, alguém mais forte, que não ficasse agoniado e que soubesse lidar com os problemas familiares”, conta.

O garoto vivia com esse conflito. Aos 13 anos, influenciado pelos amigos, começou a fumar narguilé. “Sentir aquela tontura me dava uma sensação de bem-estar. Logo conheci a maconha e passei a misturá-la com essência do narguilé. Não conseguia ficar um dia sem fumar”, declara.

No início, o garoto achava que podia controlar o uso das substâncias, mas logo percebeu que havia se tornado dependente. “Eu e um amigo sonhávamos em ter um estúdio de tatuagem e até compramos uma máquina de tatuar. Ele já desenhava e começou a treinar nas minhas costas. Eu, que não tinha tanta habilidade, passei a colocar piercings, sem ter um curso nem experiência”, lembra.

Fundo do poço

Marcelo quase teve uma overdose após ingerir uma mistura com várias drogas. “Achei que iria morrer, passou um flash de tudo que fiz de errado e dos conselhos que ignorei da minha mãe. Cheguei a pedir para Deus me perdoar, mas sabia que não adiantava, por conta da vida que eu levava. Sentia medo de morrer, pois sabia que se morresse iria para o inferno.”

Sua mãe já frequentava a Universal e fazia a corrente de libertação por ele, porque não aceitava vê-lo daquela maneira. Ele aceitou o convite da mãe e foi a uma reunião. “Na minha primeira oração eu disse a Deus que queria mudar, mas não tinha forças sozinho. E pedi para que Ele me ajudasse a parar de usar drogas”, conta.

Ele diz que só conseguiu abandonar o vício graças à sua determinação ter sido maior que a vontade de usar drogas. As reuniões o fortaleceram cada vez mais. “Quanto mais eu ia às reuniões mais eu queria mudar de vida.”

Hoje, Marcelo sabe o que é ser feliz, não tem mais raiva do padrasto e o que mais gosta é estar junto da família.


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  • Por Michele Francisco / Fotos: Dhoni Silva e Cedida 


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