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Leia a Bíblia em 1 ano – 68º dia13 min read

íŠxodo 19, Lucas 23 e Jó 38

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

íŠxodo 19

1. Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia chegaram ao deserto de Sinai,

2. Porque partiram de Refidim e entraram no deserto de Sinai, onde se acamparam. Israel, pois, ali se acampou em frente ao monte.

3. E subiu Moisés a Deus, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó, e anunciarás aos filhos de Israel:

4. Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;

5. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.

6. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

7. E veio Moisés, e chamou os anciãos do povo, e expôs diante deles todas estas palavras, que o Senhor lhe tinha ordenado.

8. Então todo o povo respondeu a uma voz, e disse: Tudo o que o Senhor tem falado, faremos. E relatou Moisés ao Senhor as palavras do povo.

9. E disse o Senhor a Moisés: Eis que eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça, falando eu contigo, e para que também te creiam eternamente. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao Senhor.

10. Disse também o Senhor a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles as suas roupas,

11. E estejam prontos para o terceiro dia; porquanto no terceiro dia o Senhor descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o monte Sinai.

12. E marcarás limites ao povo em redor, dizendo: Guardai-vos, não subais ao monte, nem toqueis o seu termo; todo aquele que tocar o monte, certamente morrerá.

13. Nenhuma mão tocará nele; porque certamente será apedrejado ou asseteado; quer seja animal, quer seja homem, não viverá; soando a buzina longamente, então subirão ao monte.

14. Então Moisés desceu do monte ao povo, e santificou o povo; e lavaram as suas roupas.

15. E disse ao povo: Estai prontos ao terceiro dia; e não vos chegueis a mulher.

16. E aconteceu que, ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial.

17. E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.

18. E todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente.

19. E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia em voz alta.

20. E, descendo o Senhor sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou o Senhor a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.

21. E disse o Senhor a Moisés: Desce, adverte ao povo que não traspasse o termo para ver o Senhor, para que muitos deles não pereçam.

22. E também os sacerdotes, que se chegam ao Senhor, se hão de santificar, para que o Senhor não se lance sobre eles.

23. Então disse Moisés ao Senhor: O povo não poderá subir ao monte Sinai, porque tu nos tens advertido, dizendo: Marca termos ao redor do monte, e santifica-o.

24. E disse-lhe o Senhor: Vai, desce; depois subirás tu, e Arão contigo; os sacerdotes, porém, e o povo não traspassem o termo para subir ao Senhor, para que não se lance sobre eles.

25. Então Moisés desceu ao povo, e disselhe isto.

Lucas 23

1. E, levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.

2. E começaram a acusá-lo, dizendo: Havemos achado este pervertendo a nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo que ele mesmo é Cristo, o rei.

3. E Pilatos perguntou-lhe, dizendo: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.

4. E disse Pilatos aos principais dos sacerdotes, e à multidão: Não acho culpa alguma neste homem.

5. Mas eles insistiam cada vez mais, dizendo: Alvoroça o povo ensinando por toda a Judéia, começando desde a Galiléia até aqui.

6. Então Pilatos, ouvindo falar da Galiléia perguntou se aquele homem era galileu.

7. E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que também naqueles dias estava em Jerusalém.

8. E Herodes, quando viu a Jesus, alegrou-se muito; porque havia muito que desejava vê-lo, por ter ouvido dele muitas coisas; e esperava que lhe veria fazer algum sinal.

9. E interrogava-o com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia.

10. E estavam os principais dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com grande veemência.

11. E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a enviá-lo a Pilatos.

12. E no mesmo dia, Pilatos e Herodes entre si se fizeram amigos; pois dantes andavam em inimizade um com o outro.

13. E, convocando Pilatos os principais dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo,

14. Disse-lhes: Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o acusais, acho neste homem.

15. Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte.

16. Castigá-lo-ei, pois, e soltá-lo-ei.

17. E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.

18. Mas toda a multidão clamou a uma, dizendo: Fora daqui com este, e soltanos Barrabás.

19. O qual fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio.

20. Falou, pois, outra vez Pilatos, querendo soltar a Jesus.

21. Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o.

22. Então ele, pela terceira vez, lhes disse: Mas que mal fez este? Não acho nele culpa alguma de morte. Castigá-lo-ei pois, e soltá-lo-ei.

23. Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E os seus gritos, e os dos principais dos sacerdotes, prevaleciam.

24. Então Pilatos julgou que devia fazer o que eles pediam.

25. E soltou-lhes o que fora lançado na prisão por uma sedição e homicídio, que era o que pediam; mas entregou Jesus à vontade deles.

26. E quando o iam levando, tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus.

27. E seguia-o grande multidão de povo e de mulheres, as quais batiam nos peitos, e o lamentavam.

28. Jesus, porém, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos.

29. Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!

30. Então começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós, e aos outeiros: Cobrinos.

31. Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?

32. E também conduziram outros dois, que eram malfeitores, para com ele serem mortos.

33. E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.

34. E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes.

35. E o povo estava olhando. E também os príncipes zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus.

36. E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre.

37. E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo.

38. E também por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas, e hebraicas: ESTE é O REI DOS JUDEUS.

39. E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.

40. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?

41. E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.

42. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.

43. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

44. E era quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol;

45. E rasgou-se ao meio o véu do templo.

46. E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.

47. E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo.

48. E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos.

49. E todos os seus conhecidos, e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galiléia, estavam de longe vendo estas coisas.

50. E eis que um homem por nome José, senador, homem de bem e justo,

51. Que não tinha consentido no conselho e nos atos dos outros, de Arimatéia, cidade dos judeus, e que também esperava o reino de Deus;

52. Esse, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus.

53. E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto.

54. E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado.

55. E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo.

56. E, voltando elas, prepararam especiarias e ungí¼entos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento.

Jó 38

1. Depois disto o Senhor respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:

2. Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?

3. Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.

4. Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.

5. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?

6. Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,

7. Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?

8. O u quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre;

9. Quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?

10. Quando eu lhe tracei limites, e lhe pus portas e ferrolhos,

11. E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se parará o orgulho das tuas ondas?

12. Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar;

13. Para que pegasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela;

14. E se transformasse como o barro sob o selo, e se pusessem como vestidos;

15. E dos ímpios se desvie a sua luz, e o braço altivo se quebrante;

16. Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?

17. Ou descobriram-se-te as portas da morte, ou viste as portas da sombra da morte?

18. Ou com o teu entendimento chegaste às larguras da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isto.

19. Onde está o caminho onde mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar;

20. Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa?

21. De certo tu o sabes, porque já então eras nascido, e por ser grande o número dos teus dias!

22. Ou entraste tu até aos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva,

23. Que eu retenho até ao tempo da angústia, até ao dia da peleja e da guerra?

24. Onde está o caminho em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra?

25. Quem abriu para a inundação um leito, e um caminho para os relâmpagos dos trovões,

26. Para chover sobre a terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não homem;

27. Para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer os renovos da erva?

28. A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho?

29. De que ventre procedeu o gelo? E quem gerou a geada do céu?

30. Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.

31. Ou poderás tu ajuntar as delícias do Sete-estrelo ou soltar os cordéis do í“rion?

32. Ou produzir as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?

33. Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o domínio deles sobre a terra?

34. Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?

35. Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?

36. Quem pôs a sabedoria no íntimo, ou quem deu à mente o entendimento?

37. Quem numerará as nuvens com sabedoria? Ou os odres dos céus, quem os esvaziará,

38. Quando se funde o pó numa massa, e se apegam os torrões uns aos outros?

39. Porventura caçarás tu presa para a leoa, ou saciarás a fome dos filhos dos leões,

40. Quando se agacham nos covis, e estão à espreita nas covas?

41. Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?

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  • Da Redação 


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