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Leia a Bíblia em 1 ano – 67º dia13 min read

íŠxodo 18, Lucas 22 e Jó 37

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta e, quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

íŠxodo 18

1. Ora Jetro, sacerdote de Midiã, sogro de Moisés, ouviu todas as coisas que Deus tinha feito a Moisés e a Israel seu povo, como o Senhor tinha tirado a Israel do Egito.

2. E Jetro, sogro de Moisés, tomou a Zípora, a mulher de Moisés, depois que ele lha enviara,

3. Com seus dois filhos, dos quais um se chamava Gérson; porque disse: Eu fui peregrino em terra estranha;

4. E o outro se chamava Eliézer; porque disse: O Deus de meu pai foi por minha ajuda, e me livrou da espada de Faraó.

5. Vindo, pois, Jetro, o sogro de Moisés, com seus filhos e com sua mulher, a Moisés no deserto, ao monte de Deus, onde se tinha acampado,

6. Disse a Moisés: Eu, teu sogro Jetro, venho a ti, com tua mulher e seus dois filhos com ela.

7. Então saiu Moisés ao encontro de seu sogro, e inclinou-se, e beijou-o, e perguntaram um ao outro como estavam, e entraram na tenda.

8. E Moisés contou a seu sogro todas as coisas que o Senhor tinha feito a Faraó e aos egípcios por amor de Israel, e todo o trabalho que passaram no caminho, e como o Senhor os livrara.

9. E alegrou-se Jetro de todo o bem que o Senhor tinha feito a Israel, livrando-o da mão dos egípcios.

10. E Jetro disse: Bendito seja o Senhor, que vos livrou das mãos dos egípcios e da mão de Faraó; que livrou a este povo de debaixo da mão dos egípcios.

11. Agora sei que o Senhor é maior que todos os deuses; porque na coisa em que se ensoberbeceram, os sobrepujou.

12. Então Jetro, o sogro de Moisés, tomou holocausto e sacrifícios para Deus; e veio Arão, e todos os anciãos de Israel, para comerem pão com o sogro de Moisés diante de Deus.

13. E aconteceu que, no outro dia, Moisés assentou-se para julgar o povo; e o povo estava em pé diante de Moisés desde a manhã até à tarde.

14. Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, disse: Que é isto, que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à tarde?

15. Então disse Moisés a seu sogro: é porque este povo vem a mim, para consultar a Deus;

16. Quando tem algum negócio vem a mim, para que eu julgue entre um e outro e lhes declare os estatutos de Deus e as suas leis.

17. O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes.

18. Totalmente desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo; porque este negócio é mui difícil para ti; tu só não o podes fazer.

19. Ouve agora minha voz, eu te aconselharei, e Deus será contigo. Sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus;

20. E declara-lhes os estatutos e as leis, e faze-lhes saber o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer.

21. E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqí¼enta, e maiorais de dez;

22. Para que julguem este povo em todo o tempo; e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo.

23. Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo em paz irá ao seu lugar.

24. E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto tinha dito;

25. E escolheu Moisés homens capazes, de todo o Israel, e os pôs por cabeças sobre o povo; maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqí¼enta e maiorais de dez.

26. E eles julgaram o povo em todo o tempo; o negócio árduo trouxeram a Moisés, e todo o negócio pequeno julgaram eles.

27. Então despediu Moisés o seu sogro, o qual se foi à sua terra.

Lucas 22

1. Estava, pois, perto a festa dos pães ázimos, chamada a páscoa.

2. E os principais dos sacerdotes, e os escribas, andavam procurando como o matariam; porque temiam o povo.

3. Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.

4. E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com os capitães, de como lho entregaria;

5. Os quais se alegraram, e convieram em lhe dar dinheiro.

6. E ele concordou; e buscava oportunidade para lho entregar sem alvoroço.

7. Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa.

8. E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos.

9. E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos?

10. E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar.

11. E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?

12. Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos.

13. E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e prepararam a páscoa.

14. E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

15. E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;

16. Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus.

17. E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;

18. Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus.

19. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.

20. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.

21. Mas eis que a mão do que me trai está comigo à mesa.

22. E, na verdade, o Filho do homem vai segundo o que está determinado; mas ai daquele homem por quem é traído!

23. E começaram a perguntar entre si qual deles seria o que havia de fazer isto.

24. E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior.

25. E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores.

26. Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.

27. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.

28. E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações.

29. E eu vos destino o reino, como meu Pai mo destinou,

30. Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel.

31. Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo;

32. Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.

33. E ele lhe disse: Senhor, estou pronto a ir contigo até à prisão e à morte.

34. Mas ele disse: Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo antes que três vezes negues que me conheces.

35. E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.

36. Disse-lhes pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a;

37. Porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento.

38. E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta.

39. E, saindo, foi, como costumava, para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram.

40. E quando chegou àquele lugar, disselhes: Orai, para que não entreis em tentação.

41. E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava,

42. Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.

43. E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia.

44. E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.

45. E, levantando-se da oração, veio para os seus discípulos, e achou-os dormindo de tristeza.

46. E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação.

47. E, estando ele ainda a falar, surgiu uma multidão; e um dos doze, que se chamava Judas, ia adiante dela, e chegou-se a Jesus para o beijar.

48. E Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?

49. E, vendo os que estavam com ele o que ia suceder, disseram-lhe: Senhor, feriremos à espada?

50. E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita.

51. E, respondendo Jesus, disse: Deixaios; basta. E, tocando-lhe a orelha, o curou.

52. E disse Jesus aos principais dos sacerdotes, e capitães do templo, e anciãos, que tinham ido contra ele: Saístes, como a um salteador, com espadas e varapaus?

53. Tenho estado todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas.

54. Então, prendendo-o, o levaram, e o puseram em casa do sumo sacerdote. E Pedro seguia-o de longe.

55. E, havendo-se acendido fogo no meio do pátio, estando todos sentados, assentou-se Pedro entre eles.

56. E como certa criada, vendo-o estar assentado ao fogo, pusesse os olhos nele, disse: Este também estava com ele.

57. Porém, ele negou-o, dizendo: Mulher, não o conheço.

58. E, um pouco depois, vendo-o outro, disse: Tu és também deles. Mas Pedro disse: Homem, não sou.

59. E, passada quase uma hora, um outro afirmava, dizendo: Também este verdadeiramente estava com ele, pois também é galileu.

60. E Pedro disse: Homem, não sei o que dizes. E logo, estando ele ainda a falar, cantou o galo.

61. E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes.

62. E, saindo Pedro para fora, chorou amargamente.

63. E os homens que detinham Jesus zombavam dele, ferindo-o.

64. E, vendando-lhe os olhos, feriam-no no rosto, e perguntavam-lhe, dizendo: Profetiza, quem é que te feriu?

65. E outras muitas coisas diziam contra ele, blasfemando.

66. E logo que foi dia ajuntaram-se os anciãos do povo, e os principais dos sacerdotes e os escribas, e o conduziram ao seu concílio, e lhe perguntaram:

67. és tu o Cristo? Dize-no-lo. Ele replicou: Se vo-lo disser, não o crereis;

68. E também, se vos perguntar, não me respondereis, nem me soltareis.

69. Desde agora o Filho do homem se assentará à direita do poder de Deus.

70. E disseram todos: Logo, és tu o Filho de Deus? E ele lhes disse: Vós dizeis que eu sou.

71. Então disseram: De que mais testemunho necessitamos? pois nós mesmos o ouvimos da sua boca.

Jó 37

1. Sobre isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.

2. Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.

3. Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.

4. Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.

5. Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.

6. Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.

7. Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.

8. E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.

9. Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.

10. Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.

11. Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.

12. Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.

13. Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.

14. A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.

15. Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?

16. Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?

17. Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?

18. Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?

19. Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.

20. Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?

21. E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.

22. O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.

23. Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.

24. Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.

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  • Da Redação 


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