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Leia a Bíblia em 1 ano – 63º dia12 min read

íŠxodo 14, Lucas 18 e Jó 33

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

íŠxodo 14

1. Então falou o Senhor a Moisés, dizendo:

2. Fala aos filhos de Israel que voltem, e que se acampem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom; em frente dele assentareis o campo junto ao mar.

3. Então Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra o deserto os encerrou.

4. E eu endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, e saberão os egípcios que eu sou o Senhor. E eles fizeram assim.

5. Sendo, pois, anunciado ao rei do Egito que o povo fugia, mudou-se o coração de Faraó e dos seus servos contra o povo, e disseram: Por que fizemos isso, havendo deixado ir a Israel, para que não nos sirva?

6. E aprontou o seu carro, e tomou consigo o seu povo;

7. E tomou seiscentos carros escolhidos, e todos os carros do Egito, e os capitães sobre eles todos.

8. Porque o Senhor endureceu o coração de Faraó, rei do Egito, para que perseguisse aos filhos de Israel; porém os filhos de Israel saíram com alta mão.

9. E os egípcios perseguiram-nos, todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros e o seu exército, e alcançaram-nos acampados junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Zefom.

10. E aproximando Faraó, os filhos de Israel levantaram seus olhos, e eis que os egípcios vinham atrás deles, e temeram muito; então os filhos de Israel clamaram ao Senhor.

11. E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito?

12. Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto.

13. Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver.

14. O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.

15. Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.

16. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.

17. E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros,

18. E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros.

19. E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles.

20. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.

21. Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.

22. E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.

23. E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar.

24. E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o Senhor, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios.

25. E tirou-lhes as rodas dos seus carros, e dificultosamente os governavam. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor por eles peleja contra os egípcios.

26. E disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.

27. Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar retornou a sua força ao amanhecer, e os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele, e o Senhor derrubou os egípcios no meio do mar,

28. Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou.

29. Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda.

30. Assim o Senhor salvou Israel naquele dia da mão dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.

31. E viu Israel a grande mão que o Senhor mostrara aos egípcios; e temeu o povo a o Senhor, e creu no Senhor e em Moisés, seu servo.

Lucas 18

1. E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer,

2. Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem.

3. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.

4. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,

5. Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.

6. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.

7. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?

8. Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?

9. E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:

10. Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.

11. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: í“ Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.

12. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.

13. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: í“ Deus, tem misericórdia de mim, pecador!

14. Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.

15. E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos.

16.Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.

17. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele.

18. E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?

19. Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus.

20. Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe.

21. E disse ele: Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade.

22. E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segueme.

23. Mas, ouvindo ele isto, ficou muito triste, porque era muito rico.

24. E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!

25. Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.

26. E os que ouviram isto disseram: Logo quem pode salvar-se?

27. Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.

28. E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.

29. E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo reino de Deus,

30. Que não haja de receber muito mais neste mundo, e na idade vindoura a vida eterna.

31. E, tomando consigo os doze, disselhes: Eis que subimos a Jerusalém, e se cumprirá no Filho do homem tudo o que pelos profetas foi escrito;

32. Pois há de ser entregue aos gentios, e escarnecido, injuriado e cuspido;

33. E, havendo-o açoitado, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará.

34. E eles nada disto entendiam, e esta palavra lhes era encoberta, não percebendo o que se lhes dizia.

35. E aconteceu que chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando.

36. E, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo.

37. E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava.

38. Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.

39. E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!

40. Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntoulhe,

41. Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.

42. E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou.

43. E logo viu, e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.

Jó 33

1. Assim, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras.

2. Eis que já abri a minha boca; falou a minha língua debaixo do meu paladar.

3. As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber.

4. O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.

5. Se podes, responde-me, põe em ordem as tuas razões diante de mim, e apresenta-te.

6. Eis que vim de Deus, como tu; do barro também eu fui formado.

7. Eis que não te perturbará o meu terror, nem será pesada sobre ti a minha mão.

8. Na verdade tu falaste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias:

9. Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não tenho iniqí¼idade.

10. Eis que procura pretexto contra mim, e me considera como seu inimigo.

11. Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas.

12. Eis que nisso não tens razão; eu te respondo; porque maior é Deus do que o homem.

13. Por que razão contendes com ele, sendo que não responde acerca de todos os seus feitos?

14. Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso.

15. Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama.

16. Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução,

17. Para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba.

18. Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada.

19. Também na sua cama é castigado com dores; e com incessante contenda nos seus ossos;

20. De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível.

21. Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem.

22. E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte.

23. Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão,

24. Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; achei resgate.

25. Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude.

26. Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.

27. Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.

28. Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.

29. Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem,

30. Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.

31. Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.

32. Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te.

33. Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.

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  • Da Redação 


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