Notícias | 02.11.2017 - 12:15 am


Leia a Bíblia em 1 ano – 42º dia15 min read

Gênesis 43, Marcos 14 e Jó 10

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Gênesis 43

1. E a fome era gravíssima na terra.

2. E aconteceu que, como acabaram de comer o mantimento que trouxeram do Egito, disse-lhes seu pai: Voltai, comprai-nos um pouco de alimento.

3. Mas Judá respondeu-lhe, dizendo: Fortemente nos protestou aquele homem, dizendo: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco.

4. Se enviares conosco o nosso irmão, desceremos e te compraremos alimento;

5. Mas se não o enviares, não desceremos; porquanto aquele homem nos disse: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco.

6. E disse Israel: Por que me fizeste tal mal, fazendo saber àquele homem que tínheis ainda outro irmão?

7. E eles disseram: Aquele homem particularmente nos perguntou por nós, e pela nossa parentela, dizendo: Vive ainda vosso pai? Tendes mais um irmão? E respondemos-lhe conforme as mesmas palavras. Podíamos nós saber que diria: Trazei vosso irmão?

8. Então disse Judá a Israel, seu pai: Envia o jovem comigo, e levantar-nosemos, e iremos, para que vivamos e não morramos, nem nós, nem tu, nem os nossos filhos.

9. Eu serei fiador por ele, da minha mão o requererás; se eu não o trouxer, e não o puser perante a tua face, serei réu de crime para contigo para sempre.

10. E se não nos tivéssemos detido, certamente já estaríamos segunda vez de volta.

11. Então disse-lhes Israel, seu pai: Pois que assim é, fazei isso; tomai do mais precioso desta terra em vossos vasos, e levai ao homem um presente: um pouco do bálsamo e um pouco de mel, especiarias e mirra, terebinto e amêndoas;

12. E tomai em vossas mãos dinheiro em dobro, e o dinheiro que voltou na boca dos vossos sacos tornai a levar em vossas mãos; bem pode ser que fosse erro.

13. Tomai também a vosso irmão, e levantai-vos e voltai àquele homem;

14. E Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia diante do homem, para que deixe vir convosco vosso outro irmão, e Benjamim; e eu, se for desfilhado, desfilhado ficarei.

15. E os homens tomaram aquele presente, e dinheiro em dobro em suas mãos, e a Benjamim; e levantaram-se, e desceram ao Egito, e apresentaram-se diante de José.

16. Vendo, pois, José a Benjamim com eles, disse ao que estava sobre a sua casa: Leva estes homens à casa, e mata reses, e prepara tudo; porque estes homens comerão comigo ao meio-dia.

17. E o homem fez como José dissera, e levou-os à casa de José.

18. Então temeram aqueles homens, porquanto foram levados à casa de José, e diziam: Por causa do dinheiro que dantes voltou nos nossos sacos, fomos trazidos aqui, para nos incriminar e cair sobre nós, para que nos tome por servos, e a nossos jumentos.

19. Por isso chegaram-se ao homem que estava sobre a casa de José, e falaram com ele à porta da casa,

20. E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento;

21. E aconteceu que, chegando à estalagem, e abrindo os nossos sacos, eis que o dinheiro de cada um estava na boca do seu saco, nosso dinheiro por seu peso; e tornamos a trazê-lo em nossas mãos;

22. Também trouxemos outro dinheiro em nossas mãos, para comprar mantimento; não sabemos quem tenha posto o nosso dinheiro nos nossos sacos.

23. E ele disse: Paz seja convosco, não temais; o vosso Deus, e o Deus de vosso pai, vos tem dado um tesouro nos vossos sacos; o vosso dinheiro me chegou a mim. E trouxe-lhes fora a Simeão.

24. Depois levou os homens à casa de José, e deu-lhes água, e lavaram os seus pés; também deu pasto aos seus jumentos.

25. E prepararam o presente, para quando José viesse ao meio-dia; porque tinham ouvido que ali haviam de comer pão.

26. Vindo, pois, José à casa, trouxeram-lhe ali o presente que tinham em suas mãos; e inclinaram-se a ele até à terra.

27. E ele lhes perguntou como estavam, e disse: Vosso pai, o ancião de quem falastes, está bem? Ainda vive?

28. E eles disseram: Bem está o teu servo, nosso pai vive ainda. E abaixaram a cabeça, e inclinaram-se.

29. E ele levantou os seus olhos, e viu a Benjamim, seu irmão, filho de sua mãe, e disse: Este é vosso irmão mais novo de quem falastes? Depois ele disse: Deus te dê a sua graça, meu filho.

30. E José apressou-se, porque as suas entranhas comoveram-se por causa do seu irmão, e procurou onde chorar; e entrou na câmara, e chorou ali.

31. Depois lavou o seu rosto, e saiu; e conteve-se, e disse: Ponde pão.

32. E serviram-lhe à parte, e a eles também à parte, e aos egípcios, que comiam com ele, à parte; porque os egípcios não podem comer pão com os hebreus, porquanto é abominação para os egípcios.

33. E assentaram-se diante dele, o primogênito segundo a sua primogenitura, e o menor segundo a sua menoridade; do que os homens se maravilhavam entre si.

34. E apresentou-lhes as porções que estavam diante dele; porém a porção de Benjamim era cinco vezes maior do que as porções deles todos. E eles beberam, e se regalaram com ele.

Marcos 14

1. E dali a dois dias era a páscoa, e a festa dos pães ázimos; e os principais dos sacerdotes e os escribas buscavam como o prenderiam com dolo, e o matariam.

2. Mas eles diziam: Não na festa, para que porventura não se faça alvoroço entre o povo.

3. E, estando ele em Betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que trazia um vaso de alabastro, com ungí¼ento de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.

4. E alguns houve que em si mesmos se indignaram, e disseram: Para que se fez este desperdício de ungí¼ento?

5. Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros, e dá-lo aos pobres. E bramavam contra ela.

6. Jesus, porém, disse: Deixai-a, por que a molestais? Ela fez-me boa obra.

7. Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes; mas a mim nem sempre me tendes.

8. Esta fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura.

9. Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória.

10. E Judas Iscariotes, um dos doze, foi ter com os principais dos sacerdotes para lho entregar.

11. E eles, ouvindo-o, folgaram, e prometeram dar-lhe dinheiro; e buscava como o entregaria em ocasião oportuna.

12. E, no primeiro dia dos pães ázimos, quando sacrificavam a páscoa, disseram-lhe os discípulos: Aonde queres que vamos fazer os preparativos para comer a páscoa?

13. E enviou dois dos seus discípulos, e disse-lhes: Ide à cidade, e um homem, que leva um cântaro de água, vos encontrará; segui-o.

14. E, onde quer que entrar, dizei ao senhor da casa: O Mestre diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?

15. E ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado e preparado; preparai-a ali.

16. E, saindo os seus discípulos, foram à cidade, e acharam como lhes tinha dito, e prepararam a páscoa.

17. E, chegada a tarde, foi com os doze.

18. E, quando estavam assentados a comer, disse Jesus: Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de trair-me.

19. E eles começaram a entristecer-se e a dizer-lhe um após outro: Sou eu? E outro disse: Sou eu?

20. Mas ele, respondendo, disse-lhes: é um dos doze, que põe comigo a mão no prato.

21. Na verdade o Filho do homem vai, como dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para o tal homem não haver nascido.

22. E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.

23. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele.

24. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado.

25. Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da vide, até àquele dia em que o beber, novo, no reino de Deus.

26. E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.

27. E disse-lhes Jesus: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão.

28. Mas, depois que eu houver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galiléia.

29. E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu.

30. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás.

31. Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei. E da mesma maneira diziam todos também.

32. E foram a um lugar chamado Getsêmani, e disse aos seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu oro.

33. E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se.

34. E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai.

35. E, tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora.

36. E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.

37. E, chegando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, dormes? Não podes vigiar uma hora?

38. Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.

39. E foi outra vez e orou, dizendo as mesmas palavras.

40. E, voltando, achou-os outra vez dormindo, porque os seus olhos estavam pesados, e não sabiam o que responderlhe.

41. E voltou terceira vez, e disse-lhes: Dormi agora, e descansai. Basta; é

chegada a hora. Eis que o Filho do homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores.

42. Levantai-vos, vamos; eis que está perto o que me trai.

43. E logo, falando ele ainda, veio Judas, que era um dos doze, da parte dos principais dos sacerdotes, e dos escribas e dos anciãos, e com ele uma grande multidão com espadas e varapaus.

44. Ora, o que o traía, tinha-lhes dado um sinal, dizendo: Aquele que eu beijar, esse é; prendei-o, e levai-o com segurança.

45. E, logo que chegou, aproximou-se dele, e disse-lhe: Rabi, Rabi. E beijouo.

46. E lançaram-lhe as mãos, e o prenderam.

47. E um dos que ali estavam presentes, puxando da espada, feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe uma orelha.

48. E, respondendo Jesus, disse-lhes: Saístes com espadas e varapaus a prender-me, como a um salteador?

49. Todos os dias estava convosco ensinando no templo, e não me prendestes; mas isto é para que as Escrituras se cumpram.

50. Então, deixando-o, todos fugiram.

51. E um certo jovem o seguia, envolto em um lençol sobre o corpo nu. E lançaramlhe a mão.

52. Mas ele, largando o lençol, fugiu nu.

53. E levaram Jesus ao sumo sacerdote, e ajuntaram-se todos os principais dos sacerdotes, e os anciãos e os escribas.

54. E Pedro o seguiu de longe até dentro do pátio do sumo sacerdote, e estava assentado com os servidores, aquentando-se ao lume.

55. E os principais dos sacerdotes e todo o concílio buscavam algum testemunho contra Jesus, para o matar, e não o achavam.

56. Porque muitos testificavam falsamente contra ele, mas os testemunhos não eram coerentes.

57. E, levantando-se alguns, testificaram falsamente contra ele, dizendo:

58. Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens.

59. E nem assim o seu testemunho era coerente.

60. E, levantando-se o sumo sacerdote no Sinédrio, perguntou a Jesus, dizendo: Nada respondes? Que testificam estes contra ti?

61. Mas ele calou-se, e nada respondeu. O sumo sacerdote lhe tornou a perguntar, e disse-lhe: és tu o Cristo, Filho do Deus Bendito?

62. E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu.

63. E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas?

64. Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o consideraram culpado de morte.

65. E alguns começaram a cuspir nele, e a cobrir-lhe o rosto, e a dar-lhe punhadas, e a dizer-lhe: Profetiza. E os servidores davam-lhe bofetadas.

66. E, estando Pedro embaixo, no átrio, chegou uma das criadas do sumo sacerdote;

67. E, vendo a Pedro, que se estava aquentando, olhou para ele, e disse: Tu também estavas com Jesus, o Nazareno.

68. Mas ele negou-o, dizendo: Não o conheço, nem sei o que dizes. E saiu fora ao alpendre, e o galo cantou.

69. E a criada, vendo-o outra vez, começou a dizer aos que ali estavam: Este é um dos tais.

70. Mas ele o negou outra vez. E pouco depois os que ali estavam disseram outra vez a Pedro: Verdadeiramente tu és um deles, porque és também galileu, e tua fala é semelhante.

71. E ele começou a praguejar, e a jurar: Não conheço esse homem de quem falais.

72. E o galo cantou segunda vez. E Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás. E, retirando-se dali, chorou.

Jó 10

1. A minha alma tem tédio da minha vida; darei livre curso à minha queixa, falarei na amargura da minha alma.

2. Direi a Deus: Não me condenes; fazeme saber por que contendes comigo.

3. Parece-te bem que me oprimas, que rejeites o trabalho das tuas mãos e resplandeças sobre o conselho dos ímpios?

4. Tens tu porventura olhos de carne? Vês tu como vê o homem?

5. São os teus dias como os dias do homem? Ou são os teus anos como os anos de um homem,

6. Para te informares da minha iniqí¼idade, e averiguares o meu pecado?

7. Bem sabes tu que eu não sou iníquo; todavia ninguém que me livre da tua mão.

8. As tuas mãos me fizeram e me formaram completamente; contudo me consomes.

9. Peço-te que te lembres de que como barro me formaste e me farás voltar ao pó.

10. Porventura não me vazaste como leite, e como queijo não me coalhaste?

11. De pele e carne me vestiste, e de ossos e nervos me teceste.

12. Vida e misericórdia me concedeste; e o teu cuidado guardou o meu espírito.

13. Porém estas coisas as ocultaste no teu coração; bem sei eu que isto esteve contigo.

14. Se eu pecar, tu me observas; e da minha iniqí¼idade não me escusarás.

15. Se for ímpio, ai de mim! E se for justo, não levantarei a minha cabeça; farto estou da minha ignomínia; e vê qual é a minha aflição,

16. Porque se vai crescendo; tu me caças como a um leão feroz; tornas a fazer maravilhas para comigo.

17. Tu renovas contra mim as tuas testemunhas, e multiplicas contra mim a tua ira; reveses e combate estão comigo.

18. Por que, pois, me tiraste da madre? Ah! se então tivera expirado, e olho nenhum me visse!

19. Então eu teria sido como se nunca fora; e desde o ventre seria levado à sepultura!

20. Porventura não são poucos os meus dias? Cessa, pois, e deixa-me, para que por um pouco eu tome alento.

21. Antes que eu vá para o lugar de que não voltarei, à terra da escuridão e da sombra da morte;

22. Terra escuríssima, como a própria escuridão, terra da sombra da morte e sem ordem alguma, e onde a luz é como a escuridão.

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  • Da Redação 


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