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Leia a Bíblia em 1 ano – 41º dia12 min read

Gênesis 42, Marcos 13 e Jó 9

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Gênesis 42

1. Vendo então Jacó que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos: Por que estais olhando uns para os outros?

2. Disse mais: Eis que tenho ouvido que há mantimentos no Egito; descei para lá, e comprai-nos dali, para que vivamos e não morramos.

3. Então desceram os dez irmãos de José, para comprarem trigo no Egito.

4. A Benjamim, porém, irmão de José, não enviou Jacó com os seus irmãos, porque dizia: Para que lhe não suceda, porventura, algum desastre.

5. Assim, entre os que iam foram os filhos de Israel para comprar, porque havia fome na terra de Canaã.

6. José, pois, era o governador daquela terra; ele vendia a todo o povo da terra; e os irmãos de José chegaram e inclinaram-se a ele, com o rosto em terra.

7. E José, vendo os seus irmãos, conheceu-os; porém mostrou-se estranho para com eles, e falou-lhes asperamente, e disse-lhes: De onde vindes? E eles disseram: Da terra de Canaã, para comprarmos mantimento.

8. José, pois, conheceu os seus irmãos; mas eles não o conheceram.

9. Então José lembrou-se dos sonhos que havia tido deles e disse-lhes: Vós sois espias, e viestes para ver a nudez da terra.

10. E eles lhe disseram: Não, senhor meu; mas teus servos vieram comprar mantimento.

11. Todos nós somos filhos de um mesmo homem; somos homens de retidão; os teus servos não são espias.

12. E ele lhes disse: Não; antes viestes para ver a nudez da terra.

13. E eles disseram: Nós, teus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; e eis que o mais novo está com nosso pai hoje; mas um já não existe.

14. Então lhes disse José: Isso é o que vos tenho dito, sois espias;

15. Nisto sereis provados; pela vida de Faraó, não saireis daqui senão quando vosso irmão mais novo vier aqui.

16. Enviai um dentre vós, que traga vosso irmão, mas vós ficareis presos, e vossas palavras sejam provadas, se verdade convosco; e se não, pela vida de Faraó, vós sois espias.

17. E pô-los juntos, em prisão, três dias. 18E ao terceiro dia disse-lhes José: Fazei isso, e vivereis; porque eu temo a Deus.

19. Se sois homens de retidão, que fique um de vossos irmãos preso na casa de vossa prisão; e vós ide, levai mantimento para a fome de vossa casa,

20. E trazei-me o vosso irmão mais novo, e serão verificadas vossas palavras, e não morrereis. E eles assim fizeram.

21. Então disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados acerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando nos rogava; nós porém não ouvimos, por isso vem sobre nós esta angústia.

22. E Rúben respondeu-lhes, dizendo: Não vo-lo dizia eu: Não pequeis contra o menino; mas não ouvistes; e vedes aqui, o seu sangue também é requerido.

23. E eles não sabiam que José os entendia, porque havia intérprete entre eles.

24. E retirou-se deles e chorou. Depois tornou a eles, e falou-lhes, e tomou a Simeão dentre eles, e amarrou-o perante os seus olhos.

25. E ordenou José, que enchessem os seus sacos de trigo, e que lhes restituíssem o seu dinheiro a cada um no seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fizeram-lhes assim.

26. E carregaram o seu trigo sobre os seus jumentos e partiram dali.

27. E, abrindo um deles o seu saco, para dar pasto ao seu jumento na estalagem, viu o seu dinheiro; porque eis que estava na boca do seu saco.

28. E disse a seus irmãos: Devolveram o meu dinheiro, e ei-lo também aqui no saco. Então lhes desfaleceu o coração, e pasmavam, dizendo um ao outro: Que é isto que Deus nos tem feito?

29. E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã; e contaram-lhe tudo o que lhes aconteceu, dizendo:

30. O homem, o senhor da terra, falou conosco asperamente, e tratou-nos como espias da terra;

31Mas dissemos-lhe: Somos homens de retidão; não somos espias;

32. Somos doze irmãos, filhos de nosso pai; um não mais existe, e o mais novo está hoje com nosso pai na terra de Canaã.

33. E aquele homem, o senhor da terra, nos disse: Nisto conhecerei que vós sois homens de retidão; deixai comigo um de vossos irmãos, e tomai para a fome de vossas casas, e parti,

34. E trazei-me vosso irmão mais novo; assim saberei que não sois espias, mas homens de retidão; então vos darei o vosso irmão e negociareis na terra.

35. E aconteceu que, despejando eles os seus sacos, eis que cada um tinha o pacote com seu dinheiro no seu saco; e viram os pacotes com seu dinheiro, eles e seu pai, e temeram.

36. Então Jacó, seu pai, disse-lhes: Tendes-me desfilhado; José já não existe e Simeão não está aqui; agora levareis a Benjamim. Todas estas coisas vieram sobre mim.

37. Mas Rúben falou a seu pai, dizendo: Mata os meus dois filhos, se eu não tornar a trazê-lo para ti; entrega-o em minha mão, e tornarei a trazê-lo.

38. Ele porém disse: Não descerá meu filho convosco; porquanto o seu irmão é morto, e só ele ficou. Se lhe suceder algum desastre no caminho por onde fordes, fareis descer minhas cãs com tristeza à sepultura.

Marcos 13

1. E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios!

2. E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada.

3. E, assentando-se ele no Monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular:

4. Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.

5. E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane;

6. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

7. E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.

8. Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.

9. Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.

10. Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.

11. Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premediteis; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.

12. E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.

13. E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.

14. Ora, quando vós virdes a abominação do assolamento, que foi predita por Daniel o profeta, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes.

15. E o que estiver sobre o telhado não desça para casa, nem entre a tomar coisa alguma de sua casa;

16. E o que estiver no campo não volte atrás, para tomar as suas vestes.

17. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias!

18. Orai, pois, para que a vossa fuga não suceda no inverno.

19. Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá.

20. E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.

21. E então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis.

22. Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos.

23. Mas vós vede; eis que de antemão vos tenho dito tudo.

24. Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz.

25. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas.

26. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória.

27. E ele enviará os seus anjos, e ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu.

28. Aprendei, pois, a parábola da figueira: Quando já o seu ramo se torna tenro, e brota folhas, bem sabeis que está próximo o verão.

29. Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que está perto, às portas.

30. Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que todas estas coisas aconteçam.

31. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.

32. Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.

33. Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.

34. é como se um homem, partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um a sua obra, e mandasse ao porteiro que vigiasse.

35. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã,

36. Para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo.

37. E as coisas que vos digo, digo-as a todos: Vigiai.

Jó 9

1. Então Jó respondeu, dizendo:

2. Na verdade sei que assim é; porque, como se justificaria o homem para com Deus?

3. Se quiser contender com ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder.

4. E l e é sábio de coração, e forte em poder; quem se endureceu contra ele, e teve paz?

5. Ele é o que remove os montes, sem que o saibam, e o que os transtorna no seu furor.

6. O que sacode a terra do seu lugar, e as suas colunas estremecem.

7. O que fala ao sol, e ele não nasce, e sela as estrelas.

8. O que sozinho estende os céus, e anda sobre os altos do mar.

9. O que fez a Ursa, o í“rion, e o Seteestrelo, e as recâmaras do sul.

10. O que faz coisas grandes e inescrutáveis; e maravilhas sem número.

11. Eis que ele passa por diante de mim, e nã o o vejo; e torna a passar perante mim, e não o sinto.

12. Eis que arrebata a presa; quem lha fará restituir? Quem lhe dirá: Que é o que fazes?

13. Deus não revogará a sua ira; debaixo dele se encurvam os auxiliadores soberbos.

14. Quanto menos lhe responderia eu, ou escolheria diante dele as minhas palavras!

15. Porque, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; antes ao meu Juiz pediria misericórdia.

16. Ainda que chamasse, e ele me respondesse, nem por isso creria que desse ouvidos à minha voz.

17. Porque me quebranta com uma tempestade, e multiplica as minhas chagas sem causa.

18. Não me permite respirar, antes me farta de amarguras.

19. Quanto às forças, eis que ele é o forte; e, quanto ao juízo, quem me citará com ele?

20. Se eu me justificar, a minha boca me condenará; se for perfeito, então ela me declarará perverso.

21. Se for perfeito, não estimo a minha alma; desprezo a minha vida.

22. A coisa é esta; por isso eu digo que ele consome ao perfeito e ao ímpio.

23. Quando o açoite mata de repente, então ele zomba da prova dos inocentes.

24. A terra é entregue nas mãos do ímpio; ele cobre o rosto dos juízes; se não é ele, quem é, logo?

25. E os meus dias são mais velozes do que um correio; fugiram, e não viram o bem.

26. Passam como navios veleiros; como águia que se lança à comida.

27. Se eu disser: Eu me esquecerei da minha queixa, e mudarei o meu aspecto e tomarei alento,

28. Receio todas as minhas dores, porque bem sei que não me terás por inocente.

29. E, sendo eu ímpio, por que trabalharei em vão?

30. Ainda que me lave com água de neve, e purifique as minhas mãos com sabão,

31. Ainda me submergirás no fosso, e as minhas próprias vestes me abominarão.

32. Porque ele não é homem, como eu, a quem eu responda, vindo juntamente a juízo.

33. Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos.

34. Tire ele a sua vara de cima de mim, e não me amedronte o seu terror.

35. Então falarei, e não o temerei; porque não sou assim em mim mesmo.

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  • Da Redação 


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