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Leia a Bíblia em 1 ano – 39º dia9 min read

Gênesis 40, Marcos 11 e Jó 7

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Gênesis 40

1. E aconteceu, depois destas coisas, que o copeiro do rei do Egito, e o seu padeiro, ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.

2. E indignou-se Faraó muito contra os seus dois oficiais, contra o copeiro-mor e contra o padeiro-mor.

3. E entregou-os à prisão, na casa do capitão da guarda, na casa do cárcere, no lugar onde José estava preso.

4. E o capitão da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e estiveram muitos dias na prisão.

5. E ambos tiveram um sonho, cada um seu sonho, na mesma noite, cada um conforme a interpretação do seu sonho, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam presos na casa do cárcere.

6. E veio José a eles pela manhã, e olhou para eles, e viu que estavam perturbados.

7. Então perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa de seu senhor, dizendo: Por que estão hoje tristes os vossos semblantes?

8. E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e ninguém que o interprete. E José disse-lhes: Não são de Deus as interpretações? Contai-mo, peço-vos.

9. Então contou o copeiro-mor o seu sonho a José, e disse-lhe: Eis que em meu sonho havia uma vide diante da minha face.

10. E na vide três sarmentos, e brotando ela, a sua flor saía, e os seus cachos amadureciam em uvas;

11. E o copo de Faraó estava na minha mão, e eu tomava as uvas, e as espremia no copo de Faraó, e dava o copo na mão de Faraó.

12. Então disse-lhe José: Esta é a sua interpretação: Os três sarmentos são três dias;

13. Dentro ainda de três dias Faraó levantará a tua cabeça, e te restaurará ao teu estado, e darás o copo de Faraó na sua mão, conforme o costume antigo, quando eras seu copeiro.

14. Porém lembra-te de mim, quando te for bem; e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que faças menção de mim a Faraó, e faze-me sair desta casa;

15. Porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e tampouco aqui nada tenho feito para que me pusessem nesta cova.

16. Vendo então o padeiro-mor que tinha interpretado bem, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos brancos estavam sobre a minha cabeça;

17. E no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, obra de padeiro; e as aves o comiam do cesto, de sobre a minha cabeça.

18. Então respondeu José, e disse: Esta é a sua interpretação: Os três cestos são três dias;

19. Dentro ainda de três dias Faraó tirará a tua cabeça e te pendurará num pau, e as aves comerão a tua carne de sobre ti.

20. E aconteceu ao terceiro dia, o dia do nascimento de Faraó, que fez um banquete a todos os seus servos; e levantou a cabeça do copeiro-mor, e a cabeça do padeiro-mor, no meio dos seus servos.

21. E fez tornar o copeiro-mor ao seu ofício de copeiro, e este deu o copo na mão de Faraó,

22. Mas ao padeiro-mor enforcou, como José havia interpretado.

23. O copeiro-mor, porém, não se lembrou de José, antes se esqueceu dele.

Marcos 11

1. E, logo que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos,

2. E disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o, e trazeimo.

3. E, se alguém vos disser: Por que fazeis isso? dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para aqui.

4. E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois caminhos, e o soltaram.

5. E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho?

6. Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha mandado; e deixaram-nos ir.

7. E levaram o jumentinho a Jesus, e lançaram sobre ele as suas vestes, e assentou-se sobre ele.

8. E muitos estendiam as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho.

9. E aqueles que iam adiante, e os que seguiam, clamavam, dizendo: Hosana, bendito o que vem em nome do Senhor;

10. Bendito o reino do nosso pai Davi, que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas.

11. E Jesus entrou em Jerusalém, no templo e, tendo visto tudo em redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.

12. E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.

13. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.

14. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto.

15. E vieram a Jerusalém; e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derrubou as mesas dos cambiadores e as cadeiras dos que vendiam pombas.

16. E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo.

17. E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões.

18. E os escribas e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina.

19. E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.

20. E eles, passando pela manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes.

21. E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou.

22. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus;

23. Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Erguete e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.

24. Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis.

25. E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.

26. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.

27. E tornaram a Jerusalém, e, andando ele pelo templo, os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos, se aproximaram dele.

28. E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas?

29. Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Também eu vos perguntarei uma coisa, e respondei-me; e então vos direi com que autoridade faço estas coisas:

30. O batismo de João era do céu ou dos homens? respondei-me.

31. E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que o não crestes?

32. Se, porém, dissermos: Dos homens, tememos o povo. Porque todos sustentavam que João verdadeiramente era profeta.

33. E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu vos não direi com que autoridade faço estas coisas.

Jó 7

1. Porventura nãot em o homem guerra sobre a terra? E não são os seus dias como os dias do jornaleiro?

2. Como o servo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga,

3. Assim me deram por herança meses de vaidade; e noites de trabalho me prepararam.

4. Deitando-me a dormir, então digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até à alva.

5. A minha carne se tem vestido de vermes e de torrões de pó; a minha pele está gretada, e se fez abominável.

6. Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e acabam-se, sem esperança.

7. Lembra-te de que a minha vida é como o vento; os meus olhos não tornarão a ver o bem.

8. Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos estarão sobre mim, porém não serei mais.

9. Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir.

10. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá.

11. Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito; queixar-me-ei na amargura da minha alma.

12. Sou eu porventura o mar, ou a baleia, para que me ponhas uma guarda?

13. Dizendo eu: Consolar-me-á a minha cama; meu leito aliviará a minha ânsia;

14Então me espantas com sonhos, e com visões me assombras;

15. Assim a minha alma escolheria antes a estrangulação; e antes a morte do que a vida.

16. A minha vida abomino, pois não viveria para sempre; retira-te de mim; pois vaidade são os meus dias.

17. Q u e é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração,

18. E cada manhã o visites, e cada momento o proves?

19. Até quando não apartarás de mim, nem me largarás, até que engula a minha saliva?

20. Se pequei, que te farei, ó Guarda dos homens? Por que fizeste de mim um alvo para ti, para que a mim mesmo me seja pesado?

21. E por que não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniqí¼idade? Porque agora me deitarei no pó, e de madrugada me buscarás, e não existirei mais.

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  • Da Redação 


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