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Leia a Bíblia em 1 ano – 29º dia12 min read

Gênesis 30, Marcos 1 e Ester 6

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Gênesis 30

1. Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.

2. Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel, e disse: Estou eu no lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?

3. E ela disse: Eis aqui minha serva Bila; coabita com ela, para que dê à luz sobre meus joelhos, e eu assim receba filhos por ela.

4. Assim lhe deu a Bila, sua serva, por mulher; e Jacó a possuiu.

5. E concebeu Bila, e deu a Jacó um filho.

6. Então disse Raquel: Julgou-me Deus, e também ouviu a minha voz, e me deu um filho; por isso chamou-lhe Dã.

7. E Bila, serva de Raquel, concebeu outra vez, e deu a Jacó o segundo filho.

8. Então disse Raquel: Com grandes lutas tenho lutado com minha irmã; também venci; e chamou-lhe Naftali.

9. Vendo, pois, Lia que cessava de ter filhos, tomou também a Zilpa, sua serva, e deu-a a Jacó por mulher.

10. E deu Zilpa, serva de Lia, um filho a Jacó.

11. Então disse Lia: Afortunada! E chamou-lhe Gade.

12. Depois deu Zilpa, serva de Lia, um segundo filho a Jacó.

13. Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bemaventurada; e chamou-lhe Aser.

14. E foi Rúben nos dias da ceifa do trigo, e achou mandrágoras no campo. E trouxe-as a Lia sua mãe. Então disse Raquel a Lia: Ora dá-me das mandrágoras de teu filho.

15. E ela lhe disse: é pouco que hajas tomado o meu marido, tomarás também as mandrágoras do meu filho? Então disse Raquel: Por isso ele se deitará contigo esta noite pelas mandrágoras de teu filho.

16. Vindo, pois, Jacó à tarde do campo, saiu-lhe Lia ao encontro, e disse: A mim possuirás, esta noite, porque certamente te aluguei com as mandrágoras do meu filho. E deitou-se com ela aquela noite.

17. E ouviu Deus a Lia, e concebeu, e deu à luz um quinto filho.

18. Então disse Lia: Deus me tem dado o meu galardão, pois tenho dado minha serva ao meu marido. E chamou-lhe Issacar.

19. E Lia concebeu outra vez, e deu a Jacó um sexto filho.

20. E disse Lia: Deus me deu uma boa dádiva; desta vez morará o meu marido comigo, porque lhe tenho dado seis filhos. E chamou-lhe Zebulom.

21. E depois teve uma filha, e chamou-lhe Diná.

22. E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e abriu a sua madre.

23. E ela concebeu, e deu à luz um filho, e disse: Tirou-me Deus a minha vergonha.

24. E chamou-lhe José, dizendo: O Senhor me acrescente outro filho.

25. E aconteceu que, como Raquel deu à luz a José, disse Jacó a Labão: Deixame ir, que me vá ao meu lugar, e à minha terra.

26. Dá-me as minhas mulheres, e os meus filhos, pelas quais te tenho servido, e irme-ei; pois tu sabes o serviço que te tenho feito.

27. Então lhe disse Labão: Se agora tenho achado graça em teus olhos, fica comigo. Tenho experimentado que oSenhor me abençoou por amor de ti.

28. E disse mais: Determina-me o teu salário, que to darei.

29. Então lhe disse: Tu sabes como te tenho servido, e como passou o teu gado comigo.

30. Porque o pouco que tinhas antes de mim tem aumentado em grande número; e o Senhor te tem abençoado por meu trabalho. Agora, pois, quando hei de trabalhar também por minha casa?

31. E disse ele: Que te darei? Então disse Jacó: Nada me darás. Se me fizeres isto, tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho;

32. Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele todos os salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e os malhados e salpicados entre as cabras; e isto será o meu salário.

33. Assim testificará por mim a minha justiça no dia de amanhã, quando vieres e o meu salário estiver diante de tua face; tudo o que não for salpicado e malhado entre as cabras e moreno entre os cordeiros, ser-me-á por furto.

34. Então disse Labão: Quem dera seja conforme a tua palavra.

35. E separou naquele mesmo dia os bodes listrados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos em que havia brancura, e todos os morenos entre os cordeiros; e deu-os nas mãos dos seus filhos.

36. E pôs três dias de caminho entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.

37. Então tomou Jacó varas verdes de álamo e de aveleira e de castanheiro, e descascou nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nas varas havia,

38. E pôs estas varas, que tinha descascado, em frente aos rebanhos, nos canos e nos bebedouros de água, aonde os rebanhos vinham beber, para que concebessem quando vinham beber.

39. E concebiam os rebanhos diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas.

40. Então separou Jacó os cordeiros, e pôs as faces do rebanho para os listrados, e todo o moreno entre o rebanho de Labão; e pôs o seu rebanho à parte, e não o pôs com o rebanho de Labão.

41. E sucedia que cada vez que concebiam as ovelhas fortes, punha Jacó as varas nos canos, diante dos olhos do rebanho, para que concebessem diante das varas.

42. Mas, quando era fraco o rebanho, não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.

43. E cresceu o homem em grande maneira, e teve muitos rebanhos, e servas, e servos, e camelos e jumentos.

Marcos 1

1. Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus;

2. Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.

3. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas.

4. Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados.

5. E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.

6. E João andava vestido de pêlos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.

7. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas.

8. Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.

9. E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão.

10. E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.

11. E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.

12. E logo o Espírito o impeliu para o deserto.

13. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam.

14. E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus,

15. E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.

16. E, andando junto do mar da Galiléia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.

17. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens.

18. E, deixando logo as suas redes, o seguiram.

19. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes,

20. E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco com os jornaleiros, foram após ele.

21. Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.

22. E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.

23. E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou,

24. Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.

25. E repreendeu-o Jesus, dizendo: Calate, e sai dele.

26. Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.

27. E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!

28. E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia.

29. E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João.

30. E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela.

31. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os.

32. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.

33. E toda a cidade se ajuntou à porta.

34. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam.

35. E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.

36. E seguiram-no Simão e os que com ele estavam.

37. E, achando-o, lhe disseram: Todos tebuscam.

38. E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim.

39. E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galiléia, e expulsava os demônios.

40. E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.

41. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo.

42. E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.

43. E, advertindo-o severamente, logo o despediu.

44. E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.

45. Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

Ester 6

1. Naquela mesma noite fugiu o sono do rei; então mandou trazer o livro de registro das crônicas, as quais se leram diante do rei.

2. E achou-se escrito que Mardoqueu tinha denunciado Bigtã e Teres, dois dos camareiros do rei, da guarda da porta, que tinham procurado lançar mão do rei Assuero.

3. Então disse o rei: Que honra e distinção se deu por isso a Mardoqueu? E os servos do rei, que ministravam junto a ele, disseram: Coisa nenhuma se lhe fez.

4. Então disse o rei: Quem está no pátio? E Hamã tinha entrado no pátio exterior da casa do rei, para dizer ao rei que enforcassem a Mardoqueu na forca que lhe tinha preparado.

5. E os servos do rei lhe disseram: Eis que Hamã está no pátio. E disse o rei que entrasse.

6. E, entrando Hamã, o rei lhe disse: Que se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada? Então Hamã disse no seu coração: De quem se agradaria o rei para lhe fazer honra mais do que a mim?

7. Assim disse Hamã ao rei: Para o homem, de cuja honra o rei se agrada,

8. Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-selhe a coroa real na sua cabeça.

9. E entregue-se a veste e o cavalo à mão de um dos príncipes mais nobres do rei, e vistam delas aquele homem a quem o rei deseja honrar; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar!

10. Então disse o rei a Hamã: Apressa-te, toma a veste e o cavalo, como disseste, e faze assim para com o judeu Mardoqueu, que está assentado à porta do rei; e coisa nenhuma omitas de tudo quanto disseste.

11. E Hamã tomou a veste e o cavalo, e vestiu a Mardoqueu, e o levou a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoou diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar!

12. Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se retirou correndo à sua casa, triste, e de cabeça coberta.

13. E contou Hamã a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos, tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios e Zeres, sua mulher, lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele.

14. E estando eles ainda falando com ele, chegaram os camareiros do rei, e se apressaram a levar Hamã ao banquete que Ester preparara.

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  • Da Redação 


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