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“Fazia muitas pessoas rirem, mas eu não era feliz”2 min read

Alessandra Rocha encontrou em Deus a paz e a felicidade que tanto procurava

“Fazia muitas pessoas rirem, mas eu não era feliz”2 min read

Ao olhar o sorriso estampado no rosto desta jovem, ninguém imagina o quanto ela sofria no passado. Alessandra Rocha, de 19 anos (foto acima), teve a vida marcada pelas perturbações espirituais e pelo desejo de morrer. Ela enfrentou a falta de az, angústias, complexo de inferioridade e insônia.

“Fazia muitas pessoas rirem, mas eu não era feliz”Quem a observava nem sequer fazia ideia de suas lutas. “Tinha um vazio muito grande, me sentia feia e era infeliz. Eu era muito extrovertida com os meus amigos e sou até hoje, mas, antigamente, eu brincava com eles para me esconder, para disfarçar o que eu era de verdade. Fazia muitas pessoas rirem, mas eu não era feliz”, lembra.

Em casa, Alessandra vivia um relacionamento conturbado com a mãe e isso a deixava ainda mais insegura. A convivência era repleta de brigas e confusões. “Na minha casa não tinha paz. Havia muitos problemas com a minha mãe. Pela forma como ela me tratava, eu me sentia muito injustiçada. Ela não sabia conversar comigo, falava palavras pesadas, me ofendia e eu só ouvia críticas. Queria um carinho que eu não recebia. Com isso fui criando um ódio por ela dentro de mim.”

“Fazia muitas pessoas rirem, mas eu não era feliz”Alessandra via vultos e a imagem do pai já falecido pelos cômodos da casa. Tinha pesadelos constantes e sempre sentia a presença de algo atrás dela, o que lhe causava medo de tudo. “Eu era muito nervosa, muito arrogante, não levava desaforo para casa. Quando uma pessoa me falava algo, logo respondia com muita ignorância. Perdi várias amizades e oportunidades boas na vida por causa desse comportamento”, recorda.

Por três vezes, a jovem tentou tirar a própria vida. “Lembro que um dia, depois de uma briga, comecei a tomar vários remédios. Em outro momento, estava certa de que iria me furar com uma faca, mas me veio à mente uma mensagem que me dizia que o inferno existe. Desisti imediatamente.”

A solução

O irmão de Alessandra começou a frequentar a Universal. Ao observar a mudança de comportamento dele, ela entendeu que a solução para seus problemas era Deus. “Ele já tinha me chamado para ir à Igreja, mas eu não dei atenção. Decidi ir com ele em um domingo. A partir de então, tudo mudou na minha vida”, conta. “Deus começou a trabalhar nos meus pensamentos. Era como se a Palavra dEle entrasse em mim e mudasse o meu interior. Aquele vazio deixou de existir, pois Jesus o preencheu. Hoje eu me aceito do jeito que eu sou.”

A paz também se tornou presente em casa. “Perdoei a minha mãe e não tenho mais ressentimentos”, conta.

Hoje, seu sorriso reflete o seu verdadeiro interior. “A alegria é uma constante na minha vida”, finaliza.


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  • Por Camila Dantas / Fotos: Marcelo Alves e Cedida 


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