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“Contraí HIV, hepatites e tuberculose”3 min read

João Batista cresceu sem família, sem um lar e sem saúde, mas não deixou de acreditar no milagre na sua vida

“Contraí HIV, hepatites e tuberculose”3 min read

A vida de João Batista (foto ao lado), de 53 anos, técnico em nutrição, sempre foi cheia de desafios. Nascido em uma família humilde, ele foi levado para um internato ainda na infância, pois seus pais não tinham condições para criá-lo nem aos outros nove irmãos. Aos 16 anos, ele foi morar na rua. Ele tentou resistir, mas não conseguiu ficar longe das drogas.

O garoto começou a usar de tudo: cola, maconha, cocaína e crack. Logo depois, ele passou a injetar cocaína na veia.

A vontade de ter uma vida diferente daquela era maior. Ele saiu da rua, conseguiu um emprego e novas oportunidades. Depois de um tempo, João começou a emagrecer muito e ficou cada vez mais debilitado.

Ele procurou um médico e, após vários exames, foi diagnosticado com pneumonia. João ficou internado, mas, mesmo assim, não reagia às medicações. Os médicos realizaram novos exames e detectaram várias doenças. João tinha hepatite B e C, seus rins estavam funcionando com dificuldade e o seu sangue estava alterado. Por fim, os especialistas descobriram que João era portador do vírus da imunodeficiência humana, o HIV.

Como se já não bastassem todas as doenças, ele contraiu tuberculose ganglionar. Não demorou e os médicos encontraram tumores malignos nos gânglios. A junta médica não sabia o que fazer, pois não havia medicamento que o fizesse melhorar. O organismo de João não reagia.

“O infectologista me mandou para casa e afirmou que não tinha mais jeito para mim”, relembra.

Desespero

João ficou atordoado e desamparado. “Pensei em tirar minha vida. Fui na estação em Quitaúna (SP) para me jogar debaixo do trem, mas não tive coragem. Depois tentei a todo custo uma overdose de cocaína e crack.”

João perdeu tudo o que havia conquistado. Voltou a morar na rua e foi para a região da Cracolândia, no centro de São Paulo, onde consumia drogas para tentar esquecer os problemas e amenizar as dores.

Para sustentar o vício, João começou a traficar. Não demorou muito e logo foi preso.

No presídio de São José do Rio Preto (SP), ele conheceu o trabalho da Universal nos Presídios (UNP), passou a frequentar as reuniões e começou a acreditar que ainda tinha uma chance para mudar de vida.

No entanto, ao deixar a prisão, ele voltou a ter uma vida descompromissada. Até o dia em que ele passou em frente a uma Universal e decidiu participar das reuniões de cura.

Ele estava bastante debilitado. Os tumores viraram feridas pelo corpo e ele sabia que aquela era a sua última saída.

João se dedicou à corrente de cura. Ele perseverou e fortaleceu a fé que possuía. Com o passar do tempo, os tumores secaram e ele começou a ganhar peso.

Recuperação

João chegou à Universal pesando menos de 50 quilos. Meses depois, ele já estava com 70 quilos. Com a autoestima e a fé recuperadas, João realizou novos exames e descobriu que o vírus HIV não estava mais sendo detectado em seu organismo. Ele estava curado.

Hoje, João formou uma família e tem uma vida digna e com saúde.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos.


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  • Por Michele Francisco / Fotos: Marcelo Alves 


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