Notícias | 12.04.2016 - 12:05 am


A cura que a medicina não explica4 min read

O filho de Erika era uma criança saudável, mas uma doença repentina colocou em risco a vida dele

A cura que a medicina não explica4 min read

A lei natural da vida é que os pais criem seus filhos, envelheçam e deixem um legado para eles. Ninguém quer ou espera que essa ordem seja alterada.

Erika Alves Pereira Nunes, de 28 anos, auxiliar administrativa, viveu o desafio de ver o seu filho pequeno ficar entre a vida e a morte. No começo de 2016, o pequeno Ellias Diogo Alves Nunes, de 4 anos, aparentava estar muito cansado. A tosse e a febre alta constantes preocupavam Erika, que, no início, acreditou que o problema fosse uma gripe. “Em janeiro, levei o Ellias para o hospital, porque a febre não cessava, estava em mais de 40 graus. Infelizmente, era mais sério do que eu imaginava”, lembra.

Ele foi diagnosticado com pneumotórax, pneumonia lombar e derrame pleural. Depois de avaliar os resultados dos exames, os médicos o internaram na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Noventa e nove por cento do pulmão dele estava comprometido. Meu filho não conseguia mais andar e colocaram um dreno para que ele respirasse. Dois litros e meio de água eram drenados todos os dias do pulmão. Vê-lo daquele jeito foi desesperador”, diz.

Sem perder a esperança

Na mesma semana da internação, os médicos a chamaram e disseram que o quadro se agravara e, por isso, seria necessária uma cirurgia de emergência. “Informaram que seria preciso serrar a costela dele e retirar o pulmão direito. O processo seria longo e demorado por causa da severidade da doença e também por ele ser uma criança”, conta.

Preocupada com a notícia que acabara de receber, ela fez uma oração no banheiro do hospital e, ao voltar para a UTI, soube da gravidade da operação. “O médico disse que apenas duas em cada dez crianças sobrevivem ao procedimento e que Ellias tinha poucas chances de voltar vivo. Lembro até hoje das palavras dele: ‘Olha, mãezinha, não vejo muita esperança, se prepare para o pior”, relembra.

Após ouvir essas palavras, ela voltou ao banheiro, ajoelhou e clamou. “Eu repreendi o que aquele médico tinha dito. Falei para Deus que não aceitava perder meu filhinho. Pedi sinais a Ele do que eu deveria fazer para reverter aquela situação, porque ele tinha me dado um filho perfeito e perfeito ele deveria voltar a ser. Não esmoreci, me revoltei”, declara.

A revolta que cura

Não aceitar a possível morte do filho foi fundamental para que Erika não ficasse parada ou lamentando a possibilidade da perda. Naquele dia, ela colocou em prática a fé que aprendera a ter meses antes na Universal. “Estava frequentando a Universal há quatro meses. Aquele momento foi crucial para que eu despertasse. Eu não podia esperar, precisava de uma resposta imediata antes que a cirurgia acontecesse”, diz.

Ellias piorou e os exames pré-cirúrgicos mostraram que o estado dele era bastante delicado. “Os resultados mostraram que o pulmão estava 100% comprometido e que ele teria que ser removido o mais rápido possível. Mas, mesmo vendo o contrário do que eu queria, continuei orando”, comenta.

Na madrugada seguinte, no dia da cirurgia, uma reviravolta aconteceu. “Às 3h40 da manhã entrou uma grande equipe médica na UTI procurando por ele. Eu lembro que estava com a certeza dentro de mim de que meu filho sobreviveria à cirurgia. Mas Deus me surpreendeu além disso”, conta Erika

Quando ela olhou para a cama, o menino estava sentadinho e sorrindo, algo que ele não fazia havia três meses. Todos os drenos estavam secos, ou seja, parecia que não havia mais água em seu pulmão. “Eles repetiram os exames e os resultados mostraram que o pulmão dele estava 100% curado, sem perfuração, sem mau cheiro. Ele passou a respirar normalmente sem ajuda de aparelhos e até parecia outra criança.”
Sem saberem o que estava acontecendo, os médicos se surpreenderam com a recuperação. “Eles deram alta naquela manhã e suspenderam a cirurgia. Me disseram que não entendiam a cura e eu respondi que aquilo era o poder de Deus. Fico emocionada só de lembrar desse momento”, destaca.

Hoje, Ellias é uma criança saudável e sua vitória mostra o quanto a fé inteligente auxilia no processo da cura. “Ele não pega nem gripe. Os médicos diziam que ele não poderia correr, que teria que ter uma vida regrada, mas ele corre, brinca, pula e não se cansa. O pulmão está 100% restituído. Mas esse milagre só aconteceu porque eu acreditei e lutei espiritualmente por essa vitória”, conclui Erika.

Toda essa felicidade de Erika tem nome: a crença no impossível. Porque a verdadeira fé é essa, a que traz esperança, é “ (…) a certeza de coisas que se esperam e a convicção de fatos que se não vêem.” (Hebreus 11:1).

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima aqui.


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  • Por Ana Carolina Cury / Fotos: Cedidas 


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